La Randa es un delicado y artístico tejido de punto, que consiste en una sutil trama elaborada con agujas y delgados hilos anudados con mucha paciencia. Es realizado por mujeres oriundas principalmente de El Cercado, Tucumán, Argentina y el proceso tradicional de su producción, ha perdurado desde el siglo XVII.
La transmisión de esta técnica de tejido tradicional recorrió generaciones enseñándose de madre a hija.
No Brasil duas técnicas guardam similaridade com as RANDAS TUCUMANAS: a Renda Turca e Renda Singeleza.
A partir do dia 9 de junho, o Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera recebe a exposição Bancos Indígenas do Brasil, que apresenta, com entrada gratuita, cerca de 70 peças da coleção BEI. Os bancos foram produzidos por povos de várias regiões do alto e baixo Xingu, sul da Amazônia, Centro-Oeste, norte do Pará e noroeste amazônico.
A mostra, cuja expografia ficou a cargo da designer Claudia Moreira Salles e do arquiteto Eiji Hayakawa, revela a sofisticação e a importância cultural dos bancos: alguns são zoomórficos, representando animais da fauna brasileira; outros são assentos mais convencionais, lixados com esmero, decorados com grafismos traçados com pigmentos naturais ou com entalhes. Em todos, os aspectos utilitários e decorativos conciliam-se com a dimensão simbólica, de forma que as peças espelham o universo cultural, os mitos e a cosmologia das etnias que as fabricam.
EXPOSIÇÃO BANCOS INDIGENAS DO BRASIL 9 de junho a 5 de agosto Acesso: Portão 3 e 10 – Av. Pedro Álvares Cabral Funcionamento: quarta, sábado, domingo e feriado Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h Tel: (11) 5081-7296 e 3208-1755 Entrada Gratuita.
A roupa de Ronaldo Fraga nunca é só roupa. O estilista mineiro traz sempre significados ora políticos, ora sociais às suas criações, transformando os desfiles em manifestos. Desta vez, Ronaldo jogou luz à maior tragédia ambiental da história do Brasil: o rompimento da barragem de Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015. Com uma mensagem de reconstrução e resistência, ele se uniu a bordadeiras da região de Barra Longa, devastada pelo acidente, para desenvolver as peças da coleção apresentada na São Paulo Fashion Week (SPFW).
Pioneiro em desenvolver parcerias com comunidades artesãs para a produção de suas roupas, Fraga critica, em entrevista à BBC Brasil, o que vê como preconceito com os produtos artesanais nacionais. "O artesanato brasileiro é visto como coisa de pobre, feito para comprar para ajudar gente pobre", diz.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
BBC Brasil - Sua nova coleção traz trabalhos das bordadeiras da região de Barra Longa, atingida diretamente pela tragédia em Mariana (em 2015, o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco inundou de lama diversas comunidades da cidade mineira). Há uma preocupação de que esse ofício se perca nesse local? Qual seu objetivo com isso?
Ronaldo Fraga - Gerar emprego e renda com reafirmação e apropriação cultural. É isso que faz com que mantenha-se o corpo e a musculatura do saber. E mais: que estimule a geração que está por vir a enxergar isso como valor.
Direito de imagemMARCELO SOUBHIA / FOTOSITEImage captionModelo do desfile de Fraga: 'O que interessa é a moda ser entendida como cultura - isso é indiscutível', diz estilista
BBC Brasil - Mas o artesanato brasileiro é visto dessa forma pela nossa sociedade? Há algum tipo de preconceito?
Fraga - Claro. Há muito preconceito do brasileiro com nosso artesanato. O artesanato brasileiro é visto como coisa de pobre, feito para comprar para ajudar gente pobre. As pessoas não têm a educação, o saber e a boa vontade para poder ter o mínimo de esforço em enxergar a ancestralidade, a formação de um povo ali. Isso é muito característico de um país colonizado, porque eternamente vai achar uma renda europeia infinitamente mais bonita do que uma renda brasileira, quando essa renda brasileira conta a história desse povo.
Esse bordado de Barra Lagoa por exemplo, ele veio para o Brasil através dos portugueses no século 18, nos áureos tempos (das cidades mineiras) de Mariana e Ouro Preto. E Barra Lagoa era o polo dessa produção. Após essa tragédia ambiental nós corremos o risco de uma tragédia cultural porque, estigmatizadas, essas pessoas estão largando suas terras, mudando de cidade. Corremos o risco de esse saber desaparecer. Então é preciso que as novas gerações entendam esse valor.
Janine veio aprender a fazer renda no nosso curso de INICIAÇÃO À RENDA TENERIFE no último final de semana e trouxe para compartilhar conosco esse belo peitilho de renda feita em macramé. Foi feito por sua avó, Maria do Carmo Coelho Rabello (Botucatu/SP, 1900-2002).
Conhecia renda de macramé apenas em livros. Para mim essa peça mostra que renda pode ser feita em várias técnicas. E que não é técnica que faz a renda, é sua delicadeza, perfeição, beleza, mais uma joalheria que um artesanato.
A resposta a "o que é renda" é para mim uma quimera, mas gosto bastante da citação abaixo colhida no site da Professora Elizabeth M. Kurella, Curator of Antique Lace:
“A piece of lace is an artistic composition expressed in twisted thread, just as a piece of wood carving is the expression of the artist’s idea in chiselled wood. Lace is not, like embroidery, an ornamented fabric; it is itself ornament. It is not the application of art to a craft; the whole pattern is the fabric, and the fabric is the pattern.“ (Thomas Wright, The Romance of the Lace Pillow, H. H. Armstrong, Olney, Bucks, England, 1919)
A ONG NHANDUTI DE ATIBAIA esta iniciando sua atividade em 2018 fazendo DEMONSTRAÇÕES DA TÉCNICA DA RENDA TENERIFE na 3º Dobrada Cultural, série de eventos de promoção à cultura e valorização das artes locais que acontece na cidade de Atibaia entre os dias 03 de março até 22 de abril.
A DEMONSTRAÇÃO é uma estratégia de promoção em que um bem ou técnica é exposto ou exposta às pessoas que estejam circulando em eventos ou espaços públicos. Esta atividade de difusão concomitante com outras atividades é prática é muito utilizada no exterior por grupos que trabalham com ofícios tradicionais que assim combater o esquecimento de saberes e fazeres que integram o patrimônio cultural imaterial de uma população ou local que se encontram em vias de esquecimento.
NHANDUTI DE ATIBAIA é uma associação sem fins econômicos que há mais de 10 anos se dedica ao estudo e resgate da Renda Tenerife, uma renda artesanal de agulha que teve expressão econômica na nossa região até meados dos anos 1900.
Elizabeth Correa, fundadora da associação e idealizadora do projeto teve sua iniciativa reconhecida através da premiação de Mestra Rendeira recebida no Concurso Culturas Populares 2017 - Edição Leando Gomes de Barros" do Ministério da Cultura (SCDC/MINC) .
Elizabeth e NHANDUTI DE ATIBAIA estão compondo forças com a 3º Dobrada Cultural de Atibaia. No dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, estarão fazendo uma DEMONSTRAÇÃO DA TÉCNICA DA RENDA TENERIFE na abertura da Exposição "A Essência do Feminino", às 19hs, no Centro de Convenções Victor Brecheret , que fica na Al. Lucas nogueira Garcez, 511, Parque das Águas, Atibaia.
A "Fiber Arts Fiesta" é o principal evento do Conselho de Artes Texteis (Fiber Arts Council) de Albuquerque, Novo México, USA.
Acontece cada dois anos, nos anos ímpares, com a cooperação das associações co-patrocinadoras do Conselho, que são hoje em número de 17 (veja a relação no http://fiberartsfiesta.org/Guilds.html).
Começa hoje em Curitiba e vait até domingo a 6º QUILT & CRAFT SHOWno ExpoUnimed, que reune amantes do patchwork e artes afins.
A proposta do evento vai muito além do quilt (ou patchwork). Oferecer um ambiente de aperfeiçoamento e entretenimento para profissionais e apreciadores das artes texteis. “Queremos intensificar este segmento das artes manuais que cresce cada dia mais no Brasil”, conta a promotora do evento, Emília Aoki.
Uma Mostra de Arte com trabalhos de 60 artistas, recepciona os visitantes do evento que tem 95 expositores e 150 artistas onde poderão conhecer e aperfeiçoar suas técnicas em cursos e workshops (gratuitos e pagos), além de visitar uma feira focada na apresentação de matéria-prima e insumos da cadeia produtiva do patchwork, arte têxtil, scrapbooking, artesanato em madeira e tecidos.
No dia 31 de agosto haverá o lançamento do livro “Milagres Bordados”, da autora Tereza Barreto, com sessão de autógrafos. Ela também vai ministrar o workshop Livro Didático: Canções, Bordados e Aromas (Pontos básicos para iniciantes). No dia 01 de setembro será a vez da artista Lee Albrecht lançar e autografar o livro “Blackwork Contemporâneo”. Nos dias 02 e 03 acontece o lançamento da Agenda 2017 do Grupo Ciranda Bordadeira. Todas as autoras estarão ministrando oficinas gratuitas durante o evento.
Outro destaque desta edição é a mostra de Renda Tenerife ou Nhanduti. Além de expor sua peças, Elizabeth Horta Correa, representante da ONG Nhanduti de Atibaia, vai ministrar workshop de renda artesanal e um curso de iniciação com três encontros de renda fina de agulha.
Workshop: artesanato com a Renda Tenerife ou Nhanduti: dia 01/set
Iniciação à Renda de Agulha - curso com 3 encontros dia 02 e03/set
Serviço:
6° Quilt & Craft Show
Data: De 31 de agosto a 03 de setembro de 2016
Local: ExpoUnimed Curitiba
Entrada: R$ 18 e R$ 9 a meia-entrada (desconto para Clube do Assinante da Gazeta do Povo e para Clube da Alice)
Mais informações e programação completa:
http://www.quiltshow.com.br
www.facebook.com/quiltcraftshow
"... El craftivismo concede un valor político y social a la producción manual, lo que determina que las prácticas craftivistas transiten por posiciones políticas (pacifismo, defensa del medio ambiente, denuncia de las injusticias sociales en los países en vías de desarrollo), sociales (lucha contra el cáncer, la violencia de género, el analfabetismo) y económicas (crítica al consumismo, anticapitalismo). Se trata por tanto de una actitud ética y una forma de activismo que actúa empleando “lo hecho a mano” y que parte de la idea de que la capacidad de creación puede ser una poderosa herramienta de lucha."
Pela primeira vez, a ARTESOL participa do maior evento de moda do País e disponibiliza peças produzidas por artesãos de diferentes regiões brasileiras. Em comemoração aos 20 anos de existência, o São Paulo Fashion Week (SPFW) prepara ações diferenciadas em sua 40ª edição, que acontecerá de 18 a 23 de outubro, em São Paulo. Esta edição tem como foco o fazer com as mãos e a criatividade. Neste sentido, o designer Paulo Alves elaborou a decoração da Casa SPFW com peças artesanais de diferentes regiões do Brasil cedidas pela ArteSol – Artesanato Solidário, ONG que atua na salvaguarda e valorização do artesanato de tradição brasileira.
Durante o evento, o público também poderá conferir o talento e adquirir na FFWSHOP as criações dos artesãos da Rede ArteSol como sandálias Espedito Seleiro, acessórios do Instituto Bordado Filé de Alagoas e bolsas trançadas da Associação Tupinambá. “É uma grande oportunidade de mostrarmos o grande valor do artesanato de tradição brasileiro para a moda e o design. Levaremos ao conhecimento do público Peças feitas 100% à mão pelas comunidades artesanais brasileiras, fonte de inspiração para todas as gerações de designers e estilistas”, reforça Sonia Quintella de Carvalho, presidente da ArteSol. Serviço: ArteSol no SPFW Data: 18 a 23 de outubro Local: Parque do Ibirapuera – Pavilhão da Bienal. Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Ibirapuera, São Paulo Mais informações: http://ffw.com.br/spfw/inverno-2016-rtw/
Retomando a série Motivos Tradicionais, sempre quis fazer este motivo da renda nhanduti e KAREN BOVARD me mostrou o caminho na sua aula noIOLI 2015, encontro da International Organization of Lace ocorrido em Iowa/EEUU no final de julho.
O nome deste motivo é PEGADA DE VACA ou SENTAR-SE DE CÓCORAS ("BUEY PYPORE" e GUAPY JEKA" em guarani). O segundo nome, mais antigo e referindo-se a uma mulher sentada de cócoras, caiu em desuso, trocado com o tempo, pelo politicamente correto.
NANDUTI, ENCAJE DE PARAGUAY, livro fundamental sobre a renda de trama radial simbolo do Paraguai de ANNICK SANJURJO acaba de sair em sua terceira edicao com inovacoes.
A edicao se apresenta em duas linguas e v. pode optar por fazer sua comprar em espanhol ou em ingles, com traducao de ALBERTO CASCIERO, diretamente na Amazon.
A Organização Internacional da Renda de Bilro e de Agulha - OIDFA (The International Bobbin and Needle Lace Organisation) traz em seu site umTRADUTOR para rendeiras e rendeiros. A tradução em 17 diferentes línguas de termos usuais no mundo da renda e do fazer renda conta com o auxílio de ilustrações, o que torna o serviço verdadeiramente esclarecedor (e encantador !) Clique AQUI e acesse o tradutor.
"Bordados e bordadeiras não caem do céu, mas vivem lá." Eli Salim Mansur
A ASSOCIAÇÃO PELA PRESERVAÇÃO DA ARTE DO BORDADO, sediada em Belo Horizonte/MG, é uma associação sem fins lucrativos e tem como objetivo a promoção da arte, história e cultura em geral; conservação do patrimônio histórico, material e imaterial; promoção do desenvolvimento sustentável do Memorial do Bordado; promoção de voluntariado; experimentação não lucrativa de novos modelos socio produtivos e de comércio e, especialmente, de trabalho voltado para a geração de emprego; recuperação das diversas técnicas de produção de bordado; estudo e pesquisa de bordados específicos das diversas regiões do mundo, desenvolvimento de conhecimentos técnicos, produção e divulgação de informações relativas ao bordado e à moda; organização de cooperativas e redes de parceria e colaboração intersetorial relativos à arte e cultura; organização, restauração e conservação de acervos, adquiridos por doação ou compra, de peças, documentos, objetos, livros, periódicos ligados à arte do bordado, sua história e seu desenvolvimento; promoção de exposições, cursos e atividades culturais que visem à divulgação e maior conhecimento da história do bordado.
de 500 metros quadrados na Califórnia, Berkeley. Fundada por Kaethe and Jules Kliot in 1965, ela, uma especialista em têxteis e rendas, morreu em 2002 aos 72 anos, deixando Jules no comando.
A renda atingiu o seu auge no século 17 e 18 de França depois que Louis XIV trouxe rendeiras da Itália para trabalhar para a sua corte, explica proprietário Jules Kliot, "época em que a renda era mais preciosa do que jóia fina."
Os Kliots passaram os últimos 40 anos coletando, preservando e obcecado por rendas. Eles recolheram centenas de peças desta delicada tecelagem, que estão em exibição permanente na loja, e incluem peças raras do Peru pré-colombiano, exemplos das cortes européias do Séc.17 e rendas fabricadas por máquinas do Séc.19.
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