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16 de out de 2011

Agora sao 4 peças similares! Now there are 4 pieces with the same pattern! Ahora son 4 piezas con motivos idénticos!

do acervo do Powerhouse Museu
peça de nosso acervo
peça de Annick Sanjurjo
acervo do The Lace Museum & Guild

Achamos uma quarta peça em renda nhanduti com padronagem similar!
Nesta postagem AQUI mostramos tres peças em renda nhanduti com padronagem similar. Uma peça é do nosso acervo de renda, outra é de Annick Sanjurjo, a terceira toalha localizamos através da web no acervo do The Lace Museum & Guild, situado na California/USA. A quarta peça, que acabamos de conhecer, faz parte do acervo do Powerhouse Museum de Sydney/Austrália, integrando a coleção de téxteis, vestidos e trabalhos de agulha reunidas  por Helen McLeod Crocker, viajante e colecionadora, que esteve no Paraguai em 1977.

Clique AQUI para visitar a postagem com mais detalhes sobre as 3 peças e AQUI para detalhes da 4° peça de renda.
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We find the fourth piece in nanduti lace with similar pattern!
This post HERE show the three pieces we met with similar pattern. One is of our collection, other owned to Annick Sanjurjo and the third is at The Lace Museum & Guild collection, located in California/USA. The fourth piece we know yesterday is at 
Powerhouse Museum , Sidney/Australia. It forms part of a  collection of textiles, dress and needlework by Mrs Helen McLeod Crocker, traveller and collector that went to Paraguay at 1977.

Click HERE to the post about the 3 mats and HERE to know more about the fourth piece.

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Encontramos la cuarta pieza en encaje ñandutí con patrón similar!
Este post AQUI muestra  tres piezas con motivo similar. Una es  parte de nuestra colección, otra es propiedad de Annick Sanjurjo y la tercera es de la colección de The Lace Museum & Guild,  California/USA. Ahora ubicamos una cuarta pieza en lo Powerhouse Museum. Sydney/Australia. Es parte de la colección de textiles, vestidos y costuras reunidos por Helen McLeod Crocker, viajera y coleccionista que estuve en Paraguay em 1977.

Haga clic AQUÍ y visita el post sobre las 3 piezas y AQUI para detales de la cuarta pieza.

22 de mai de 2011

Renda Tenerife na Espanha




A Espanha tem uma movimentação enorme em torno da renda artesanal como atividade de lazer ( dizem lá "ocio").  As cidades espanholas tanto pequenas como grandes realizam encontros de rendeiras nos finais de semana e disputam na agenda o comparecimento de artesãs e de interessados e interessados nesses eventos.

A imensa maioria das rendeiras são dedicadas à renda de bilro, em sua vasta gama de possibilidades e regionalidades, mas também encontramos artesãs dedicadas a outras atividades da tecelagem, da costura e dos vários bordados. Em Úbeda, por exemplo, encontramos muito frivolité, resgate incentivado por Juanita, ex-presidente da Associação de Rendeiras local.

Bastante raro é encontrarmos nestes eventos de rendeiras quem faça ou se dedique à renda tenerife (o que, aliás, confirma a situação de quase esquecimento da técnica). Manolo, responsável pelo site da Associação Ibn Al Baytar, de rendeiras de bilro de Benaldema-Costa, Málaga, é frequentador assíduo e divulgador dos Encontros e há algum tempo fez uma divagação sobre a renda tenerife em seu blog, divagação esta motivada por uma postagem do site NHANDUTI DE ATIBAIA em que mostramos três peças de renda nhanduti feitas ao longo do século passado porém com idêntica padronagem (veja AQUI o post), repetição de padrões certamente imposta à rendeira pelo mercado da renda artesanal, como Manolo bem colocou. Leia abaixo o comentário sobre a repetição de padrões.
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Onde fica La Mojonera?
  
 Uma das Associações participantes (do Encontro) era a de Huércal de Almería, e nela havia uma senhora que me chamou a atenção por estar fazendo renda tenerife, já que é muito difícil de encontrar quem faça essa técnica, e conversamos um pouco. Ela me contou que sua avó é que lhe havia ensinado a tecer e que embora ela já não fosse jovem estava sempre fazendo alguma coisa. Comentei com a senhora do estudo que Elisabeth do Brasil vem fazendo sobre a renda tenerife e sobre tres peças que ela encontrou com as mesmas características, sendo que tais peças foram feitas ao longo de um período de cerca de 100 anos. E falando destas peças encontradas por Elisabeth lembramos que algumas rendeiras de Almagro ou de Hinojosa (duas das poucas cidades espanholas que ainda tem na renda uma importante atividade econômica)  que faziam/fazem sempre dois ou tres modelos de renda de bilro e adquirem tal experiência e rapidez para faze-los que acabam fazendo somente estes poucos padrões já que com eles conseguem ganhar melhor  com a atividade de rendeira e acabam assim, durante toda sua vida, fazendo sempre os mesmos padrões. Será que alguma coisa semelhante se passava com as rendeiras de nhanduti na América do Sul?
(Tradução livre com adendos nossos entre parênteses)
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 Quer saber mais sobre a importância econômica
da renda na Espanha e Europa até o início do Sec.XX?
Clique AQUI e acesse uma interessante
postagem do blog parceiro Con Nuestras Manos

"COMENTARIO DO VII ENCONTRO DE RENDAS DE BILRO DE LA MOJONERA"  Una de las Asociaciones participantes, eran las de Huércal de Almería y allá había una Señora con un Tenerife que me llamó la atención, es muy raro el encontrarte con algo de esta técnica y estuve hablando un poquito con ella. Me decía que se lo había enseñado su abuela, y ella ya no era una jovencita, y que ahí andaba practicando y haciendo sus cositas. Le estuve comentando el estudio que lleva a cabo Elisabeth de Brasil, sobre un tapete que del mismo modelo, en todas sus características, se saben tres tapetes realizados en un período de más de 100 años. Ya comentaremos del estudio de Elisabeth y que estamos tratando de unir a la costumbre de las Encajeras de Hinojosa o de Almagro de que hacían/hacen un mismo modelo, o dos o tres o cuatro durante toda su vida y con la experiencia y conocimiento que ya tenían de sus pocos modelos, hacen/hacían un tapete en un dos por tres y a cobrar y hacer Caja, ¿pasaba lo mismo o parecido con el Nhanduti/Tenerife/Rosetas por Sur América?

Veja a postagem na íntegra: http://encajerasbolilleras.blogspot.com

14 de nov de 2010

RENDA SOL NO ANTENA PAULISTA

Em primeiro plano a rendeira Cícera no trabalho de resgate
Clique  AQUI  para ver o vídeo.
O programa ANTENA PAULISTA é uma revista de variedades da região de São Paulo-Capital transmitida pela Rede Globo  á 7hs das manhãs de domingo.

21 de out de 2010

QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO




QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO N.2 é o nome da n/peça em renda sol exposta na mostra 2° PREMIO OBJETO BRASILEIRO n'A CASA - Museu do Objeto Brasileiro, Rua Cunha Gago 807, Pinheiros, S.Paulo/SP.
Cada módulo tem um motivo diferente cujo nome  foi arrolado no INDEX abaixo, com histórico  e indicando-se da fonte da informação recolhida.



INDEX 
Módulo 1 – FLOR DE 8 PÉTALAS (Kliot, pg 95)
Variação de flor com 8 pétalas em ponto cheio de forte inspiração geométrica
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Módulo 2 - ALFAJOR (ARAPAHO JOVÁI) (Sanjurjo, pg. 173; González, pg 120)
- “Arapho” é uma guaranização da palavra alfajor, uma espécie de pasteizinhos doces de polvilho de mandioca. O motivo se apresenta com diversas variações. Neste desenho a imagem do alfajor se repete nos espaços concêntricos
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Módulo 3 - AMOR PERFEITO (FLOR DE PENSAMIENTO) (Sanjurjo, pg. 215; FPI-Ñanduti, pg 17, González, pg 131)
O amor-perfeito é cultivado no Paraguai como ornamental. O motivo se caracteriza por 4 grupos de fios elaborados só com ponto tecido
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Módulos 4  16  18  19 - MARGARIDA (MARGARIDA POTY) (Sanjurjo pg. 204)
É um padrão muito antigo e tanto pode ter seis ou oito pétalas.  No caso dos módulos, estão combinadas com outros adornos como o barrado, a corrente (cadena) e ainda os kurusu, uma guaranização da palavra espanhola cruz, que são vistos em grande variedade de aplicações e tamanhos, como para encher espaços vazios criados pelo desenho
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 Módulo 5 - CORRENTE (CADENA) (Sanjurjo pg. 179)
Caracteríza este motivo o fato de os elos da corrente estarem entrelaçados
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Módulo 6 - TORRE (Sanjurjo pg. 224)
Conhecida também por torre po’i, aparece aqui adornado com kurusu’i (cruzetinha)
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Módulo 7 - RAMO DE ALECRIM (RAMA DE ROMERO)(Sanjurjo, pg. 219; González, pg 117)
O alecrim não é nativodo Paraguai mas é usado lá como condimento ou planta medicinal. É um motivo muito tradicional
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Módulo 8 - FLOR DE JASMIM ou ESTRELA DE QUATRO PONTAS (JASMIN POTY, ESTRELLA) (FPI-Ñanduti, pg 5; Sanjurjo, pg 192 e 231; González, pg 115)
As tecelãs mais jovens dão a este motivo de 4 pontas o nome de flor de jasmim, mas as mais antigas chamam-no estrela, alegando que o jasmim teria 5 pétalas. Aqui está adornado com um barrado e cruzetinhas (kurusu’i)
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Módulos 9 11 13 - ROSETAS DE VILAFLOR (http://rendatenerife.blogspot.com/2009/09/renda-tenerife-renda-nhanduti-renda-sol.html)
Variações criadas a partir de um padrão das Rosetas de Vilaflor baixado de sitios e blogs sobre Vilaflor de Chasna e das roseteiras de Tenerife
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Módulos 10 12 - MEDALHÃO e CRUZADOS (Kliot, pg 4 e 29)
Aqui o medalhão básico aparece nos centro adornado com carreiras de fios entrecruzados. O módulo n°. 10 aparece aqui com um elemento mais orgânico, uma corrente, além do barrado de fios cruzados
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Módulo 14 - FLOR DE GOIABA (ARASA POTY) (Sanjurjo, pg. 176)
Padrão de Itauguá, as pétalas feitas somente com ponto tecido
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Módulo 15 - CIPÓ (YSYPO, CEJA,) (Sanjurjo, pg. 226, Gonzalez, pg. 122)
Ysypo (liana, cipó ou enredadera) ou tyvytá(ceja-sombrancelha), os nomes deste padrão variam dependendo da geração da rendeira. È muito usado combinado com outros desenhos como, no caso,  adornado com kurusu (cruz)

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Módulo 17 – FLOR DO CARDO (CAÑOTA) (Sanjurjo, pg. 182)
É um padrão que aparece em muitas peças antigas ou como único desenho ou combinado com outros motivos. Sanjuro aponta que não existiu dúvida quanto ao nome do padrão embora não se conhecesse mais seu significado, associando-a então a uma gramínea existente no vocabulário mexicano. Pesquisa do nosso grupo através da web, entretanto, nos indicou aproximação da “cañota” com a família do cardo e como o padrão pode ser lido como uma estilização da FLOR DO CARDO, optamos por adotar o nome em nossos produtos de renda com motivos de flores
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Módulo 20 – PEGADA DE VACA (HUELLA DE VACA) (FPI-Ñanduti, pg 16; Sanjurjo pg. 178, Gonzalez, pg. 113)
Confeccionado com ponto tecido, é um motivo tradicional e muito popular
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Módulo 21 - PÉ DE VACA (PEZUÑA DE VACA) (FPI-Ñanduti, pg 17; Sanjurjo, pg. 216)
Uma variante da pegada de vaca com ponto tecido e nós. No caso, seria meia pegada de vaca
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*  MEDALHÕES (Kliot, pg 4) * 
Complementa a composição da toalha 18 módulos menores, iguais entre si, de pequenos medalhões, o ponto básico da Brazilian Lace, um ponto realizados apenas com nós que possibilita grande variedade de desenhos conforme a divisão das linhas e a distância das carreiras consideradas entre si.


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Fonte:
Teneriffe Lace - Designs and Instructios, 1904, Earl & Co , reproduzido em Teneriffe Lace, de Jules & Kaethe Kliot, Lacis Publications, 1986.
Renda Tenerife ou Nhanduti, pg. 342-354, Enciclopédia de Trabalhos Manuais, Bertha Schwetter, Edição da Livraria do Globo, 1942
Artesania – Ñanduti – Módulo II de Formación Profesional Inicial (FPI-Ñanduti), ARANDU RAPE-Portal Educativo do Paraguay
Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación, Annick Sanjurjo, Fondo Nacional de la Cultura y las Artes, Asunción, 2001
Ñanduti, Gustavo González, Adriana Almada –Oficina de Projectos Editoriales, Asunción, 2008
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7 de ago de 2010

Primeiro Relato de Viagem


 



Faz exatamente trinta dias que voltamos e só agora a vida retoma regularidade. E Manolo, da  Associação “Ibn al Baytar” de Benalmádena-Costa, Málaga, colaborando com minha  correspondência, publicou esta mensagem no seu blog da Asociación Encajeras de Bolillos "Ibn Al Baytar" cujo tema é um relato da viagem a Úbeda e Espanha e um agradecimento.

Primeiro, o XI Encontro Nacional e I Encontro Internacional de Rendas de Úbeda. Não faz tanto tempo! Nosso local de exposição  junto com Annick Sanjurjo era especial. A doce e sábia Annick, que levou o Nhanduti e nós, que levamos a Renda Sol, criamos uma oportunidade única de os visitantes conhecerem as duas formas de fazer renda artesanal e a diferença entre elas.
Annick e Elizabeth
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As pessoas se aproximaram de nós com especial interesse na renda tenerife. E muitas conhecem-na de há muito tempo, através da familia ou das Islas Canárias. Algumas – não tão poucas - como María, rendeira da cidade de Linares, faz a renda tenerife. E essas  pessoas mostram-se satisfeitas ao verem seu saber-fazer valorizado. Desta recepção me demostrou claramente que o incentivo à tecelagem da renda tenerife será sempre bem recibido e o trabalho para evitar-se que seja esquecido tem tudo para ser  produtivo.

Peças de Renda Sol (as 4 da esquerda) e de nhanduti (à direita)


Ficamos em Úbeda até dia 22 de junho. Passeamos pela cidade e conversamos mais uma vez com Juanita, que também faz a renda tenerife. Ela é dona de uma força excepcional para os resgates. Aliás é conhecida em Úbeda sua dedicação ao renascimento da renda frivoleté, que estava em processo de extinção na região. E depois de alguns días de Andaluzia, já encantadas com a Españha fomos a Tenerife, conhecer as rosetas canárias.
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Antes de tudo, fomos ao  Museu Iberoamericano de Artesania de La Orotava, ver a exposição “El encaje de Tenerife… rosas que son soles". Depois conversamos longamente com Milagros Amador, pesquisadora, que, sabendo de nossa presença em Úbeda,  lamentou que as rosetas canárias não tivessem participado do Encontro conosco. No entanto concordamos que las rosetas poderão estar em Úbeda num próximo Encontro, concordando ainda pela importância do se fazer um trabalho sério para se evitar o perecimento da renda tenerife tanto na España como no Brasil.
Exposição "...Rosas que são soles"
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Os dias derradeiros foram em Madri, onde visitamos o Museo Pedagógico Textil de la Universidad Complutense de Madrid. A visita foi patrocinada pela amiga de web Marisa Morilla do blog Con Nuestras Manos que indicou a instituição, contatou a responsável,  Dra. María Teresa León e me levou lá. Foram horas preciosas passadas com rendas de agulha tradicionais e pessoas especiais em seu amor pela tecelagem e pela arte artesanal.
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A intenção deste breve relato é, principalmente, agradecer às pessoas que fizeram nossa viagem agradável e proveitosa. Sentimos que a proposta do Nhanduti de Atibaia de incentivo da renda sol foi muito bem acolhida. E também dizer que gostaríamos de estar no próximo ano na Espanha para conhecer mais, estudar mais, conversar mais e nos encantarmos ainda mais com as pessoas e tudo o mais que tanto nos seduziu.

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Queremos permanecer conectados através dos blogs, do site
Renda Sol  e do e-mail nhanduti.org@gmail.com.


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Hace exactos treinta días que volví de España y ahora logro retomar mi vida regular. Antes de nada, Manolo, de la Asociación Ibn al Baytar incorporó ese breve mesage cuyo tema es el viaje a Úbeda y España y un agradecimiento en su blog (http://encajerasbolilleras.blogspot.com/2010/08/elizabeth-de-brasil.html) para hacerme un favor.

Primero, el XI Encuentro Nacional y I Encuentro Internacional de Encajes de Úbeda. ¡No hace tanto tiempo! Nuestra plaza con Annick Sanjurjo fue especial. La dulce e ilustrada Annick con el nhanduti y nosotros con el encaje sol creamos la oportunidad para las personas conocer los dos encajes y las diferencias entre ellos. Muchas personas se acercaron con interés en el tenerife. La gente lo conoce de hace tiempo, de familia o de las Islas Canárias, Algunas – no pocas - como María, encajera de Linares, lo hace. Esas personas son felices por ver su arte valorizada. Por eso mi conclusión es que el incentivo del encaje tenerife es bien recibido y todo lo que dedicamos a su fomento es productivo.

Estuvimos en Úbeda hasta el 22 de junio. Paseamos por la ciudad y hablamos de nuevo con Juanita. Ella tiene una fuerza excepcional para los rescates, todos sabemos lo que hizo con el frivoleté, que se estaba olvidando.

Después de unos días en la rica Andaluzia y nos enamorarmos, nos fuimos a Tenerife, a ver las rosetas canárias. Antes de todo, al Museo Iberoamericano de Artesanía, en La Orotava, a ver la exposición “El encaje de Tenerife… rosas que son soles". Hablamos con Milagros Amador, investigadora, que lamentó la ausencia de las rosetas canárias en el Encuentro de Úbeda. Coincidimos en que las rosetas poderán estar en Úbeda en una próxima oportunidad. Concordamos aún con el intento de incentivar el encaje tenerife para que no se muera o se olvide ni en España ni en Brasil .
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Los últimos días fueron en Madrid, donde entre tantas cosas, visitamos el Museo Pedagógico Textil de la Universidad Complutense de Madrid  La visita fué obra de mi amiga de web Marisa Morilla  do blog  Con Nuestras Manos que contactó a la Dra. María Teresa León y me llevó allá. Fueron horas preciosas con ellas, con encajes tradicionales españoles y personas dedicadas a su amor por el tejido y la artesanía.
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Mi intención por ese breve relato es agradecer a todas esas personas que hicieron nuestro viaje agradable y provechoso. Estoy feliz porque creemos que la propuesta de nuestra organización de incentivo del encaje tenerife tuvo una buena acogida. Nos gustaría estar de nuevo en España el año próximo para conocer más, hablar más, estudiar más, y encantarnos aún más con las personas y las cosas que tanto nos sedujeron.
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Gracias y quedamos todos conectados por los blogs, por el sitio Renda Sol  o el e-mail nhanduti.org@gmail.com.com


photos M.Thereza Aranha

25 de jul de 2010

RENDA SOL: nosso novo site


Estamos lançando um novo sitio na web, o www.rendasol.org.br, instrumento de divulgação de nosso mais recente trabalho de resgate, a renda artesanal sol, técnica de tecer também conhecida no início do Sec XX com o nome de renda tenerife ou brazilian point lace e hoje em vias de esquecimento no mundo.
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Com versões em portugues e em espanhol e ilustrado com pequenas animações de artesãs fazendo a renda, o sitio apresenta o trabalho e uma breve história da técnica, delineando ainda algumas das possibilidades da tecelagem. Também envia interessados e interessadas aos outros pontos da internet em que abordamos as rendas de agulha encontradas na América Latina cuja principal característica são os motivos circulares tecidos sobre uma trama radial conhecidas genericamente por nhanduti.
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Assim, temos hoje tres endereços na internet. O sitio RENDA SOL no www.rendasol.org.br/, que apresenta o novíssimo trabalho de resgate da renda artesanal, e os blogs NHANDUTI DE ATIBAIA (http://nhanduti.blogspot.com/) e este blog RENDA SOL (http://rendatenerife.blogspot.com/). Esses dois, apoiados na interatividade e atualização características dos blogs, são instrumentos de difusão e pesquisa da técnica tradicional. O blog NHANDUTI DE ATIBAIA tem foco na renda nhanduti, hoje artesanato típico do Paraguai e arredores; e este RENDA SOL tem por tema a renda sol ou tenerife.
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A recuperação e pesquisa da renda motivou o comparecimento do grupo no XI Encontro Nacional e I Internacional de Renda de Úbeda/Espanha, em junho passado, onde fizeram um pré lançamento do trabalho que vêem desenvolvendo. Visitamos também Tenerife, nas Ilhas Canárias e Madrid, capital da Espanha, para conhecer de perto as origens da técnica que se aculturou e se tornou patrimonio da cultura imaterial do Brasil. Esta viagem será objeto de futuras postagens aqui neste blog.
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Visite www.rendasol.org.br/ e deixe um comentário ou mande-nos seu recado pelo nhanduti.org@gmail.com. V sabe: adoramos retorno!




ENCAJE SOL: nuestro nuevo sitio
                       Lanzamos un nuevo sitio en la web, www.rendasol.org.br/, instrumento de difusión de nuestro más reciente trabajo de rescate, el encaje sol, técnica de tejer también conocida al principio del Siglo XX con nombre de encaje tenerife o ”brazilian point lace” hoy olvidada en todo mundo.
                       Con versiones en portugués y español y ilustrado con pequeñas animaciones de artesanas haciendo encaje, el sitio presenta el trabajo, una breve historia de la tecnica y esboza algunas de las posibilidades del encaje. También envía los interesados y interesadas a nuestros otros sitios que tienem por tema eses encajes de aguja que encuentramos en América Latina cuya principal característica son los motivos circulares tejidos en una trama radial conocidos genéricamente como ñandutí.
                       Tenemos hoy tres sitios en la internet. El sitio ENCAJE SOL (www.rendasol.org.br/) que presenta el trabajo más reciente de rescate del encaje de aguha, y ese blog NHANDUTI DE ATIBAIA (http://nhanduti.blogspot.com/) y el blog ENCAJE SOL (http://rendatenerife.blogspot.com/). Estos dos, con apoyo en la interactividad y la actualización propios de los blogs, son herramientas para la difusión y la investigación de la técnica de tecer. El blog NHANDUTI DE ATIBAIA se centra en el encaje ñanduti, hoy artesania tipica del Paraguay; y el blog RENDA SOL tiene por tema el encaje sol o tenerife.
                         La recuperación y búsqueda del encaje ha causado la presencia del grupo en XI Encuentro Nacional y I Internacional de Encaje de Úbeda / España junio pasado, donde hicieron un pre lanzamiento de la obra que hano dessarollado. Visitaran aún Tenerife, en Islas Canarias, y Madrid, Capital de España, para conocer la origen de la técnica que se aculturó y se convirtió en patrimonio inmaterial de la cultura brasileña. El viaje será tema de inserción futura aquí en este blog.
                          Visiten  http://www.rendasol.org.br/ y dejen un comentario o mensaje por nhanduti.org@gmail.com. Nos gusta feedback!

23 de mai de 2010

ENCONTRO DE DIVERSIDADES



O relacionamento que vence distâncias e as parcerias patrocinadas pela rede mundial de computadores - WEB  propiciaram  um  encontro de diversidades em torno da renda sol ou tenerife, em vias de esquecimento, no próximo dia 19/junho em Úbeda, Cidade Patrimonio localizada no Sul da Espanha.

Nesta data acontece o XI ENCONTRO NACIONAL DE RENDAS em que, além das rendeiras da região, estarão presentes Annick Sanjurjo, do Paraguay, e Elizabeth Horta Correa, do Grupo Nhanduti de Atibaia, Brasil, que juntamente com Juanita de Úbeda, se dedicam ao estudo, pesquisa ou  resgate da renda que saiu da Espanha, passou pelas Ilhas Canárias e atravessou o Oceano Atlântico até a América Latina.

Abaixo vai o comentário de 23/05 do blog ASOCIACIÓN IBN AL BAYTAR, de Benáldema-Costa, Espanha, sobre esse aspecto do evento que certamente será muito rico para todos os participantes. 



"Annick Sanjurjo, investigadora/estudiosa y especialista en el Ñanduti, encaje que se da en la zona de Paraguay/Brasil y que sus fuentes las toma del Encaje Tenerife, participará en el Encuentro de la Calidad del Sur de España que, como todas sabemos, es el que se celebra en Úbeda el próximo 19 de junio.
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Podremos ver algunos ejemplos y libros referente a este Encaje que también le dicen Paraguayo y tenemos mayor información en su blog relativo al Encaje citado.
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Igualmente y junto con Annick, se encontrarán amigas que nos vienen de Brasil, Grupo Nhanduti de Atibaia, que son una ONG de precio justo de Brasil, donde con diversas manualidades y artesanía, procuran dar un medio de vida a personas con escasos recursos de ese país y una de sus técnicas es el Encaje Tenerife o Nhanduti/Ñanduti.
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Habrá un intercambio de conocimientos relativo a este variante de Encaje, entre tres fuentes diferentes, Annick, las amigas de Brasil y Juanita de Úbeda.
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Si el Encuentro de Úbeda, cada año nos depara sorpresas, este año adquiere una vertiente internacional y vamos a conocer mucho más a fondo el Nhanduti/Tenerife con especialistas en este técnica . Una pena que no contemos con algunas Roseteras de nuestras Islas Canarias.
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Os pongo el cartel del Encuentro de Úbeda del año 2009, donde podéis ver el abanico en Encaje Tenerife que hizo el año pasado Juanita y que espero que este año lo podremos volver a ver y disfrutar."


Clique nas palavras em vermelho para conhecer mais dos participantes deste encontro de diversidades que acontecerá dentro do XI Encontro Nacional de Rendas organizado pelo Conselho de Participação  Cidadã da Prefeitura  de Úbeda e pela Associação de Rendeiras “Cidade de Úbeda”.

1 de out de 2009

Renda nhanduti ou tenerife...

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...prosseguindo nas divagações, sempre fiquei intrigada porque da observação das rendas de agulha chamadas indiscriminadamente nhanduti ou tenerife, percebíamos duas formas diversas de tecer a renda. Numa, a tecelagem vai se compondo sobre um tecido esticado em um quadro de madeira onde o desenho da peça final foi esboçado; na outra forma, os módulos são tecidos um a um em uma trama radial montada sobre um bastidor e depois são unidos para compor a peça final.

O exemplo clássico da primeira forma de tecer é o nhanduti, a renda hoje produto típico do Paraguai e que é encontrada também na Argentina, Peru, Bolívia e no sudoeste do Brasil. Afinal, as fronteiras entre estes países são apenas políticas!

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Para ilustrar trazemos uma foto de uma rendeira paraguaia trabalhando
(v. http://nhanduti.blogspot.com/2009/02/rendeiras-de-nanduti-itauguaparaguay.html), uma peça argentina posta à venda numa loja virtual (v. http://www.eltallerdebyb.com/), uma artesã de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, fronteira do Brasil com o Paraguai (v. http://www.culturafashion.com.br/).



Trouxe também a primeira peça de renda nhanduti que vi. Foi tecida por uma rendeira do interior da Bolívia, possivelmente na década de 1950, e me foi presenteada há cerca de 5 ou 6 anos pela filha da artesã, que encontrei fortuitamente em S.Paulo, onde residia.



Encaje ñanduti o tenerife...

 ... prosiguiendo con las divagaciones, yo siempre me habia intrigado por que, de la observación de eses encajes llamados indiscriminadamente ñanduti o tenerife, habíamos apercibido dos maneras diversas de tejer. En una, el tecelaje en “soles” va componiendose sobre una tela tendida sobre un bastidor de madera donde se ha dibujado la pieza final; en la otra forma, los modulos son tejidos uno a uno sobre una trama radial armada sobre un bastidor y después son unidos para hacer la pieza.
El clasico ejemplo de la primera forma de tejer es el ñanduti, hoy encaje tipico del Paraguay y encuentrase aunque en Argentina, Peru, Bolivia y em el sudoeste del Brasil. Al final las fronteras entre esos paises son unicamente politicas!
Lo mejor dicho, para ilustrar hemos traído photos de una encajera paraguaya trabajando (v. http://nhanduti.blogspot.com/2009/02/rendeiras-de-nanduti-itauguaparaguay.html), uma pieza peruana (?) colocada a venta en una tienda virtual (v. http://www.eltallerdebyb.com/), y de una artesana de Ponta Porã, Provincia de Mato Grosso do Sul, frontera de Brasil con Paraguay (v. http://www.culturafashion.com.br/).
Hemos traído aunque la primera pieza de encaje ñanduti que hemos conocido. Fué tejida por una encajera del interior de Bolivia, posiblemente em la decada de 1950 y qui me ha sido relagada por vuelta de los 5 o 6 años atras por la hija de la artesana.