Mostrando postagens com marcador sun lace. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sun lace. Mostrar todas as postagens

1 de nov de 2014

LACEMAKERS




Mais sobre a mostra LACEMAKERS no post sobre a mostra da artista participante Carol Quarini AQUI.

31 de ago de 2014

NHANDUTI E TENERIFE : V. SABE A DIFERENÇA?


Fiz esta pergunta no facebook e estas fotos foram também tema de duas postagens "Céu cheio de estrelas" no MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE. Cabe sempre deixar claro que são tecelagens diversas embora sejam ambas rendas de agulhas de trama radial reelaboradas na América do Sul :

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE A RENDA NHANDUTI E A RENDA TENERIFE?

Peça em renda nhanduti do MUSEO DEL BARRO (Assunção/Paraguai)
Peça em renda tenerife do acervo e elaboração de Nhanduti de Atibaia

25 de mai de 2014

A Potência do Objeto


No Centro de Referência do Artesanato Brasileiro
Praça Tiradentes, Rio de Janeiro
junho/julho 2014

*****

13 de mai de 2013

OFICINA DO CRAVO PREPARA PROJETO COM NHANDUTI COM GRUPO DA REDE ASTA




O Escritório de design OFICINA DO CRAVO  está elaborando um trabalho com a técnica da renda nhanduti junto com o grupo de artesãs Nós e Nós, grupo que trabalha com a técnica e comercializa seus produtos através da REDE ASTA.

A REDE ASTA comercializa através do sistema de venda por catálogo produtos de grupos cooperativados de artesanato. Vale conhecer: clique aqui para conhecer seu catálogo. 

1 de dez de 2012

MOTIVOS TRADICIONAIS DA RENDA TENERIFE




FLOR DO CARDO (CAÑOTA)
Motivo tradicional do nhanduti e depois da renda tenerife, a Flor do Cardo é padrão criado pelas mulheres guaranis buscando na flora os desenhos da renda.
 É um padrão bastante utilizado como único desenho ou combinado com outros motivos. Não existe dúvida quanto ao nome embora seu significado tenha se perdido à época da pesquisa realizada por Annick Sanjurjo, autora da obra citada abaixo. Pesquisa realizada pelo nosso grupo, entretanto, nos indicou aproximação do termo “cañota” com planta da família do cardo e o fato é que o desenho é claramente uma estilização da FLOR DO CARDO, razão pela qual optamos por adotar o nome assim como informar tal fato à própria Annick quando a encontramos há alguns anos em um encontro de rendeiras.

(Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación, Annick Sanjurjo, Fondo Nacional de la Cultura y las Artes, Asunción, 2001)
Lugar Americano Vila Naiá

8 de nov de 2012

Chegou! Sudionik, Marina!


Peça em renda sol da cidade de Sikirevci

Sudionik! To je lijepo! Čestitam na posao! Hvala Marina.

(Chegou! É linda! Parabéns pelo trabalho! Obrigada, Marina)

15 de mar de 2012

Mostra MULHERES DE FIBRA

Gola preta em renda sol



































Montagem do PROJETO RENDA SOL na exposição Mulheres de Fibra que acontece no Centro de Convenções Vitor Brecheret até o próximo dia 24, na cidade de Atibaia/SP.
Aberta a visitação de terça-feira a sábado entre 10h00 e 17h00hs. 

17 de jun de 2011

Soles de Maracaibo, Zulia, Venezuela




"Um grupo de dedicadas e criativas senhoras da Zulia, Venezuela, mantem  entre os costumes e tradições a tecelagem dos "Soles de Maracaibo", expressão única deste tipo em toda a Venezuela".

Dizem que o Sol é de Maracaibo, a amada Terra do Sol, mas com uma certa tristeza e grande alegria um grupo de senhoras marabinas veem os Soles de Maracaibo ir para muito longe. Eles são levados para serem expostos e apreciados na Alemanha, na Espanha e na França, onde a expressão
única e original fazem os "Soles de Maracaibo" brilharem, uma tradição que se mantem graças ao louvável trabalho de duas dedicadas professoras marabinas que se entregam de corpo e alma para manter viva esta técnica que muitos acreditavam morta mas que vive graças a estas senhoras zulianas.

Os Soles de Maracaibo datam do século 18, época da conquista, quando uma família de Perijá aprendeu a arte de tecer estes soles com uma senhora de origem canária que lhes ensinou o trabalho nativo de Tenerife, Ilhas Canárias. Conta Da. Elba que este costume deve ter entrado pelas portos, através do navios vindos da Espanha, pelas mãos das mulheres dos colonizadores que chegaram em Maracaibo. Esta família - diz a professora Elba Morales - se interessava por esta bela e difícil técnica e Da. Cepeda e suas 10 filhas tomaram a tecelagem como forma de vida e dedicaram-se a fazer e a divulgar os Soles para as famílias estrangeiras que viviam em Maracaibo ou estavam em visita.


Depois de quase dois séculos os Soles seguem vivos por causa das mãos destas marabinas dedicadas que afirmam à Venezuela e a todo o mundo que os Soles vão continuar por muitos anos iluminando a imaginação daqueles que sabem apreciar esta tecelagem que tantos lauros e tanto reconhecimento deu a esta terra onde, as mãos das irmãs Cepeda Conde ontem e hoje as mãos da Professora Elba Morales de Rondon mantêm viva a tradição."
fotos enviadas por Marlene Nava

"Dentro de las Costumbres y tradiciones de Maracaibo, un grupo de creativas y dedicadas señoras zulianas, mantienen vivos los brillantes hilos de "Los Soles de Maracaibo", única expresión artística de este tipo en toda Venezuela.

Dicen que el Sol es de Maracaibo, la Tierra del Sol amada, pero con pena y una gran alegría, un grupo de señoras marabinas, ven partir los Soles de Maracaibo muy lejos, los ven partir a Alemania, España Francia, donde se los llevan para ser expuestos y apreciados, brillando con luz propia, con una original imaginación puesta en ellos, con un único sentimiento que hacen de los "Soles de Maracaibo" una expresión única y tradicional, que perdura con el tiempo gracias al encomiable trabajo de dos dedicadas profesoras marabinas que se entregan en cuerpo y alma por mantener viva esta labor que muchos creyeron muerta, pero que sigue viva gracias a estas damas zulianas.

Los Soles de Maracaibo, una tradición artesanal que data del siglo XXVIII en la época de la conquista, donde una familia en Perijá aprendió el arte de tejer estos soles gracias a una señora de origen Canario, quien les enseñó esta labor oriunda de las Islas Canarias, Tenerife. Nos cuenta la señora Elba que esta costumbre pudo entrar por los Puertos, en los barcos provenientes de España, directo de manos de las esposas de los colonos que llegaron a Maracaibo. Esta Familia - nos comenta la profesora Elba Morales - se intereso en esta bella y sacrificada labor, así la señora Cepeda y sus 10 hijas toman esta labor como un modo de vida y se dedican a realizar los soles para las familias extranjeras que visitaban o vivían en Maracaibo.

Ahora los Soles, después de casi dos siglos siguen y perpuran en las manos de estas abnegadas marabinas que le dicen a Venezuela y todo el mundo que los Soles seguirán por muchos años mas iluminando la imaginación de quienes saben apreciar este hermoso tejido que ha dado tantos lauros y reconocimientos a esta tierra que los hizo famoso de la mano de las Hermanas Cepeda Conde y que ahora siguen la tradicion con la Profesora Elba Morales de Rondón."
 
fonte: http://ligiamarval.blogspot.com/
fotos enviadas por Marlene Nava
  

8 de mai de 2011

OUTRAS PRÁTICAS


Luisa Ferreira é artista plástica e utiliza a cultura e o imaginário da tradição

zuliana em sua obra. A Zulia é o Estado (Departamento ou Provincia) da Venezuela em que se situa a cidade de Maracaibo, na margem do grande lago do mesmo nome.
Os soles de Maracaibo (dos quais falei AQUI) e a sua forma de tecelagem estão presentes na obra da artista.  
Conheça seu blog clicando AQUI.



AQUI v. acessa um artigo sobre as várias
tecelagens da Venezuela

27 de mar de 2011

Apareceu na e-bay inglesa

 ANTIQUE TENERIFFE LACE WHEEL & CUSHION - BRIGGS PATEN







An antique Briggs Patent Teneriffe lace maker's brass wheel on its original green baize cushion. The wheel is fixed to the cushion with pins and is engraved with the words:
Briggs Patent Teneriffe Wheel
This unusual piece is in good condition with a few small holes in the green woollen fabric cushion. It measures 4.25 inches (11 cm.) square and the brass wheel measures about 2.2 inches (5.5 cm.) across.

Fonte: eBay

16 de jan de 2011

*MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE*


Ao longo desses anos algumas pessoas nos mostraram peças da renda tenerife ou nhanduti que  encontraram numa gaveta ou baú, geralmente do enxoval da mãe ou avó. Pensando em ter acesso e  dar acesso dessas rendas a interessados e interessadas sem  que as pessoas tenham que se desfazer delas, estamos propondo a montagem de um acervo virtual.
O MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE propõe a realização de um acervo colaborativo em que a própria pessoa se torna co-autor do blog,  fazendo a postagem com a foto de sua peça antiga, compartilhando com todos nós, interessados e rendeiras, a renda que possui sem ter que se desfazer dela.   
.
Clique AQUI e acesse.

.