fonte: http://www.ebay.com/
18 de dez. de 2010
1 de dez. de 2010
OUTRAS PRÁTICAS
"Aproprio-me de um poema visual de Regina Guimarães para dar o nome a esta acção, que reflecte sobre as práticas de produção e transformação de têxteis, dos meados do séc. XX, em contexto doméstico, para a manufactura de peças de roupa e do lar.
Sabendo que trabalhar com têxteis veicula normalmente implicações de género – nas relações com o trabalho feminino – ou de relevância económica – quer no contexto global quer na economia doméstica, pretende-se que este trabalho se relacione com estas práticas, mas dando a conhecer a inter-relação entre estas e as técnicas e utensílios, as lendas mitos e ditos associados, os desenhos elaborados e todo um conjunto de elementos que passam tantas vezes desapercebidos a quem os executa."Natural do Porto, Portugal, DIANA REGAL desenvolve desde 2001 um projecto de investigação/criação denominado Formas de Fazer, da Colecção B, Associação Cultural, que visa promover o cruzamento entre as práticas de criação artesanal e tradicional e os territórios da investigação e criação artísticas contemporâneas.
fonte: http://drawingspacespt.weebly.com
14 de nov. de 2010
RENDA SOL NO ANTENA PAULISTA
| Em primeiro plano a rendeira Cícera no trabalho de resgate |
Clique AQUI para ver o vídeo.
O programa ANTENA PAULISTA é uma revista de variedades da região de São Paulo-Capital transmitida pela Rede Globo á 7hs das manhãs de domingo.
21 de out. de 2010
QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO
QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO N.2 é o nome da n/peça em renda sol exposta na mostra 2° PREMIO OBJETO BRASILEIRO n'A CASA - Museu do Objeto Brasileiro, Rua Cunha Gago 807, Pinheiros, S.Paulo/SP.
Cada módulo tem um motivo diferente cujo nome foi arrolado no INDEX abaixo, com histórico e indicando-se da fonte da informação recolhida.
INDEX
Módulo 1 – FLOR DE 8 PÉTALAS (Kliot, pg 95)
Variação de flor com 8 pétalas em ponto cheio de forte inspiração geométrica
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Módulo 2 - ALFAJOR (ARAPAHO JOVÁI) (Sanjurjo, pg. 173; González, pg 120)
- “Arapho” é uma guaranização da palavra alfajor, uma espécie de pasteizinhos doces de polvilho de mandioca. O motivo se apresenta com diversas variações. Neste desenho a imagem do alfajor se repete nos espaços concêntricos
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Módulo 3 - AMOR PERFEITO (FLOR DE PENSAMIENTO) (Sanjurjo, pg. 215; FPI-Ñanduti, pg 17, González, pg 131)
O amor-perfeito é cultivado no Paraguai como ornamental. O motivo se caracteriza por 4 grupos de fios elaborados só com ponto tecido
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Módulos 4 16 18 19 - MARGARIDA (MARGARIDA POTY) (Sanjurjo pg. 204)
É um padrão muito antigo e tanto pode ter seis ou oito pétalas. No caso dos módulos, estão combinadas com outros adornos como o barrado, a corrente (cadena) e ainda os kurusu, uma guaranização da palavra espanhola cruz, que são vistos em grande variedade de aplicações e tamanhos, como para encher espaços vazios criados pelo desenho
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Módulo 5 - CORRENTE (CADENA) (Sanjurjo pg. 179)
Caracteríza este motivo o fato de os elos da corrente estarem entrelaçados
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Módulo 6 - TORRE (Sanjurjo pg. 224)
Conhecida também por torre po’i, aparece aqui adornado com kurusu’i (cruzetinha)
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Módulo 7 - RAMO DE ALECRIM (RAMA DE ROMERO)(Sanjurjo, pg. 219; González, pg 117)
O alecrim não é nativodo Paraguai mas é usado lá como condimento ou planta medicinal. É um motivo muito tradicional
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Módulo 8 - FLOR DE JASMIM ou ESTRELA DE QUATRO PONTAS (JASMIN POTY, ESTRELLA) (FPI-Ñanduti, pg 5; Sanjurjo, pg 192 e 231; González, pg 115)
As tecelãs mais jovens dão a este motivo de 4 pontas o nome de flor de jasmim, mas as mais antigas chamam-no estrela, alegando que o jasmim teria 5 pétalas. Aqui está adornado com um barrado e cruzetinhas (kurusu’i)
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Módulos 9 11 13 - ROSETAS DE VILAFLOR (http://rendatenerife.blogspot.com/2009/09/renda-tenerife-renda-nhanduti-renda-sol.html)
Variações criadas a partir de um padrão das Rosetas de Vilaflor baixado de sitios e blogs sobre Vilaflor de Chasna e das roseteiras de Tenerife
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Módulos 10 12 - MEDALHÃO e CRUZADOS (Kliot, pg 4 e 29)
Aqui o medalhão básico aparece nos centro adornado com carreiras de fios entrecruzados. O módulo n°. 10 aparece aqui com um elemento mais orgânico, uma corrente, além do barrado de fios cruzados
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Módulo 14 - FLOR DE GOIABA (ARASA POTY) (Sanjurjo, pg. 176)
Padrão de Itauguá, as pétalas feitas somente com ponto tecido
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Módulo 15 - CIPÓ (YSYPO, CEJA,) (Sanjurjo, pg. 226, Gonzalez, pg. 122)
Ysypo (liana, cipó ou enredadera) ou tyvytá(ceja-sombrancelha), os nomes deste padrão variam dependendo da geração da rendeira. È muito usado combinado com outros desenhos como, no caso, adornado com kurusu (cruz)
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Módulo 17 – FLOR DO CARDO (CAÑOTA) (Sanjurjo, pg. 182)
É um padrão que aparece em muitas peças antigas ou como único desenho ou combinado com outros motivos. Sanjuro aponta que não existiu dúvida quanto ao nome do padrão embora não se conhecesse mais seu significado, associando-a então a uma gramínea existente no vocabulário mexicano. Pesquisa do nosso grupo através da web, entretanto, nos indicou aproximação da “cañota” com a família do cardo e como o padrão pode ser lido como uma estilização da FLOR DO CARDO, optamos por adotar o nome em nossos produtos de renda com motivos de flores
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Módulo 20 – PEGADA DE VACA (HUELLA DE VACA) (FPI-Ñanduti, pg 16; Sanjurjo pg. 178, Gonzalez, pg. 113)
Confeccionado com ponto tecido, é um motivo tradicional e muito popular
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Módulo 21 - PÉ DE VACA (PEZUÑA DE VACA) (FPI-Ñanduti, pg 17; Sanjurjo, pg. 216)
Uma variante da pegada de vaca com ponto tecido e nós. No caso, seria meia pegada de vaca
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* MEDALHÕES (Kliot, pg 4) *
Complementa a composição da toalha 18 módulos menores, iguais entre si, de pequenos medalhões, o ponto básico da Brazilian Lace, um ponto realizados apenas com nós que possibilita grande variedade de desenhos conforme a divisão das linhas e a distância das carreiras consideradas entre si.
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Fonte:
Teneriffe Lace - Designs and Instructios, 1904, Earl & Co , reproduzido em Teneriffe Lace, de Jules & Kaethe Kliot, Lacis Publications, 1986.
Renda Tenerife ou Nhanduti, pg. 342-354, Enciclopédia de Trabalhos Manuais, Bertha Schwetter, Edição da Livraria do Globo, 1942
Artesania – Ñanduti – Módulo II de Formación Profesional Inicial (FPI-Ñanduti), ARANDU RAPE-Portal Educativo do Paraguay
Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación, Annick Sanjurjo, Fondo Nacional de la Cultura y las Artes, Asunción, 2001
Ñanduti, Gustavo González, Adriana Almada –Oficina de Projectos Editoriales, Asunción, 2008
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8 de out. de 2010
27 de set. de 2010
23 de set. de 2010
Renda de agulha
Clicando aqui na palavra Renda de agulha v. acessa uma página com um vídeo de uma renda de agulha (punto in aria) em elaboração.
É de impressionar!
3 de set. de 2010
BRAZILIAN POINT LACE
The delineator. Paris ; New York : Butterick Pub. Co. vol 58, n° 5
Novembro/1901
Novembro/1901
Fonte: AQUI
inspiração: Con nuestras manos
17 de ago. de 2010
POSTAL-ART: Teneriffe Lace Wheels, de Heide Jenkins
A designer HEIDE JENKINS tem formaçãode bordadeira, mas começou a especializar-se em entrelaçamento (beadwork) no início de 1990. Dona de um estilo muito singular, incorpora em suas peças detalhes inusitados, frutos de uma experimentação inspirada.
7 de ago. de 2010
Primeiro Relato de Viagem
Faz exatamente trinta dias que voltamos e só agora a vida retoma regularidade. E Manolo, da Associação “Ibn al Baytar” de Benalmádena-Costa, Málaga, colaborando com minha correspondência, publicou esta mensagem no seu blog da Asociación Encajeras de Bolillos "Ibn Al Baytar" cujo tema é um relato da viagem a Úbeda e Espanha e um agradecimento.
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Primeiro, o XI Encontro Nacional e I Encontro Internacional de Rendas de Úbeda. Não faz tanto tempo! Nosso local de exposição junto com Annick Sanjurjo era especial. A doce e sábia Annick, que levou o Nhanduti e nós, que levamos a Renda Sol, criamos uma oportunidade única de os visitantes conhecerem as duas formas de fazer renda artesanal e a diferença entre elas.
| Annick e Elizabeth |
As pessoas se aproximaram de nós com especial interesse na renda tenerife. E muitas conhecem-na de há muito tempo, através da familia ou das Islas Canárias. Algumas – não tão poucas - como María, rendeira da cidade de Linares, faz a renda tenerife. E essas pessoas mostram-se satisfeitas ao verem seu saber-fazer valorizado. Desta recepção me demostrou claramente que o incentivo à tecelagem da renda tenerife será sempre bem recibido e o trabalho para evitar-se que seja esquecido tem tudo para ser produtivo.
| Peças de Renda Sol (as 4 da esquerda) e de nhanduti (à direita) |
Ficamos em Úbeda até dia 22 de junho. Passeamos pela cidade e conversamos mais uma vez com Juanita, que também faz a renda tenerife. Ela é dona de uma força excepcional para os resgates. Aliás é conhecida em Úbeda sua dedicação ao renascimento da renda frivoleté, que estava em processo de extinção na região. E depois de alguns días de Andaluzia, já encantadas com a Españha fomos a Tenerife, conhecer as rosetas canárias.
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Antes de tudo, fomos ao Museu Iberoamericano de Artesania de La Orotava, ver a exposição “El encaje de Tenerife… rosas que son soles". Depois conversamos longamente com Milagros Amador, pesquisadora, que, sabendo de nossa presença em Úbeda, lamentou que as rosetas canárias não tivessem participado do Encontro conosco. No entanto concordamos que las rosetas poderão estar em Úbeda num próximo Encontro, concordando ainda pela importância do se fazer um trabalho sério para se evitar o perecimento da renda tenerife tanto na España como no Brasil.
| Exposição "...Rosas que são soles" |
Os dias derradeiros foram em Madri, onde visitamos o Museo Pedagógico Textil de la Universidad Complutense de Madrid. A visita foi patrocinada pela amiga de web Marisa Morilla do blog Con Nuestras Manos que indicou a instituição, contatou a responsável, Dra. María Teresa León e me levou lá. Foram horas preciosas passadas com rendas de agulha tradicionais e pessoas especiais em seu amor pela tecelagem e pela arte artesanal.
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A intenção deste breve relato é, principalmente, agradecer às pessoas que fizeram nossa viagem agradável e proveitosa. Sentimos que a proposta do Nhanduti de Atibaia de incentivo da renda sol foi muito bem acolhida. E também dizer que gostaríamos de estar no próximo ano na Espanha para conhecer mais, estudar mais, conversar mais e nos encantarmos ainda mais com as pessoas e tudo o mais que tanto nos seduziu.
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Queremos permanecer conectados através dos blogs, do site Renda Sol e do e-mail nhanduti.org@gmail.com.
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Hace exactos treinta días que volví de España y ahora logro retomar mi vida regular. Antes de nada, Manolo, de la Asociación Ibn al Baytar incorporó ese breve mesage cuyo tema es el viaje a Úbeda y España y un agradecimiento en su blog (http://encajerasbolilleras.blogspot.com/2010/08/elizabeth-de-brasil.html) para hacerme un favor.
Primero, el XI Encuentro Nacional y I Encuentro Internacional de Encajes de Úbeda. ¡No hace tanto tiempo! Nuestra plaza con Annick Sanjurjo fue especial. La dulce e ilustrada Annick con el nhanduti y nosotros con el encaje sol creamos la oportunidad para las personas conocer los dos encajes y las diferencias entre ellos. Muchas personas se acercaron con interés en el tenerife. La gente lo conoce de hace tiempo, de familia o de las Islas Canárias, Algunas – no pocas - como María, encajera de Linares, lo hace. Esas personas son felices por ver su arte valorizada. Por eso mi conclusión es que el incentivo del encaje tenerife es bien recibido y todo lo que dedicamos a su fomento es productivo.
Estuvimos en Úbeda hasta el 22 de junio. Paseamos por la ciudad y hablamos de nuevo con Juanita. Ella tiene una fuerza excepcional para los rescates, todos sabemos lo que hizo con el frivoleté, que se estaba olvidando.
Después de unos días en la rica Andaluzia y nos enamorarmos, nos fuimos a Tenerife, a ver las rosetas canárias. Antes de todo, al Museo Iberoamericano de Artesanía, en La Orotava, a ver la exposición “El encaje de Tenerife… rosas que son soles". Hablamos con Milagros Amador, investigadora, que lamentó la ausencia de las rosetas canárias en el Encuentro de Úbeda. Coincidimos en que las rosetas poderán estar en Úbeda en una próxima oportunidad. Concordamos aún con el intento de incentivar el encaje tenerife para que no se muera o se olvide ni en España ni en Brasil .
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Los últimos días fueron en Madrid, donde entre tantas cosas, visitamos el Museo Pedagógico Textil de la Universidad Complutense de Madrid La visita fué obra de mi amiga de web Marisa Morilla do blog Con Nuestras Manos que contactó a la Dra. María Teresa León y me llevó allá. Fueron horas preciosas con ellas, con encajes tradicionales españoles y personas dedicadas a su amor por el tejido y la artesanía.
Los últimos días fueron en Madrid, donde entre tantas cosas, visitamos el Museo Pedagógico Textil de la Universidad Complutense de Madrid La visita fué obra de mi amiga de web Marisa Morilla do blog Con Nuestras Manos que contactó a la Dra. María Teresa León y me llevó allá. Fueron horas preciosas con ellas, con encajes tradicionales españoles y personas dedicadas a su amor por el tejido y la artesanía.
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Mi intención por ese breve relato es agradecer a todas esas personas que hicieron nuestro viaje agradable y provechoso. Estoy feliz porque creemos que la propuesta de nuestra organización de incentivo del encaje tenerife tuvo una buena acogida. Nos gustaría estar de nuevo en España el año próximo para conocer más, hablar más, estudiar más, y encantarnos aún más con las personas y las cosas que tanto nos sedujeron.
Mi intención por ese breve relato es agradecer a todas esas personas que hicieron nuestro viaje agradable y provechoso. Estoy feliz porque creemos que la propuesta de nuestra organización de incentivo del encaje tenerife tuvo una buena acogida. Nos gustaría estar de nuevo en España el año próximo para conocer más, hablar más, estudiar más, y encantarnos aún más con las personas y las cosas que tanto nos sedujeron.
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Gracias y quedamos todos conectados por los blogs, por el sitio Renda Sol o el e-mail nhanduti.org@gmail.com.com
photos M.Thereza Aranha
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