15 de mar de 2012

Mostra MULHERES DE FIBRA

Gola preta em renda sol



































Montagem do PROJETO RENDA SOL na exposição Mulheres de Fibra que acontece no Centro de Convenções Vitor Brecheret até o próximo dia 24, na cidade de Atibaia/SP.
Aberta a visitação de terça-feira a sábado entre 10h00 e 17h00hs. 

25 de fev de 2012


Um grupo de artistas têxteis coordenado por Zilamar Takeda reuniu esforços para trazer a público uma exposição cujo propósito, além de mostrar os trabalhos de cada participante, é conquistar espaço para a Arte Têxtil Brasileira.

As expositoras trabalham com o têxtil como suporte em obras de arte e obras artesanais, entendendo por arte têxtil tudo que alude e se comporta como fibra, tela, fios, membrana ou película, seja orgânico ou sintético.

A exposição conta especialmente, com a participação do ATELIER PALHA BRASIL cuja artesã Cleide Toledo se dedica ao trançado da fibra desde 1968, e o PROJETO RENDA SOL, desenvolvido pelo grupo NHANDUTI DE ATIBAIA que vem trabalhando no resgate e promoção da renda artesanal tenerife ou renda sol, sua história e motivos tradicionais.

Serviço:
 “Mulheres de Fibra” abre suas portas no dia 03/03 próximo, às 17hs, no Centro de Convenções V. Brecheret e permanecerá aberto à visitação de 6 a 24 de março de 2012, de  terça-feira à sábado entre as 10h às 17h. O Centro de Convenções Victor Brecheret, fica na Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 – Parque das Águas – Atibaia – SP.

23 de out de 2011

Os  colares em RENDA SOL estão na página principal da n/loja virtual
www.artesanum.com.
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Clique AQUI e conheça os modelos em estoque ou encomende o seu exclusivo.

16 de out de 2011

Agora sao 4 peças similares! Now there are 4 pieces with the same pattern! Ahora son 4 piezas con motivos idénticos!

do acervo do Powerhouse Museu
peça de nosso acervo
peça de Annick Sanjurjo
acervo do The Lace Museum & Guild

Achamos uma quarta peça em renda nhanduti com padronagem similar!
Nesta postagem AQUI mostramos tres peças em renda nhanduti com padronagem similar. Uma peça é do nosso acervo de renda, outra é de Annick Sanjurjo, a terceira toalha localizamos através da web no acervo do The Lace Museum & Guild, situado na California/USA. A quarta peça, que acabamos de conhecer, faz parte do acervo do Powerhouse Museum de Sydney/Austrália, integrando a coleção de téxteis, vestidos e trabalhos de agulha reunidas  por Helen McLeod Crocker, viajante e colecionadora, que esteve no Paraguai em 1977.

Clique AQUI para visitar a postagem com mais detalhes sobre as 3 peças e AQUI para detalhes da 4° peça de renda.
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We find the fourth piece in nanduti lace with similar pattern!
This post HERE show the three pieces we met with similar pattern. One is of our collection, other owned to Annick Sanjurjo and the third is at The Lace Museum & Guild collection, located in California/USA. The fourth piece we know yesterday is at 
Powerhouse Museum , Sidney/Australia. It forms part of a  collection of textiles, dress and needlework by Mrs Helen McLeod Crocker, traveller and collector that went to Paraguay at 1977.

Click HERE to the post about the 3 mats and HERE to know more about the fourth piece.

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Encontramos la cuarta pieza en encaje ñandutí con patrón similar!
Este post AQUI muestra  tres piezas con motivo similar. Una es  parte de nuestra colección, otra es propiedad de Annick Sanjurjo y la tercera es de la colección de The Lace Museum & Guild,  California/USA. Ahora ubicamos una cuarta pieza en lo Powerhouse Museum. Sydney/Australia. Es parte de la colección de textiles, vestidos y costuras reunidos por Helen McLeod Crocker, viajera y coleccionista que estuve en Paraguay em 1977.

Haga clic AQUÍ y visita el post sobre las 3 piezas y AQUI para detales de la cuarta pieza.

4 de set de 2011

Encontro Mundial em 2012


XV° Congresso Mundial de Renda da OIDFA - Organização Internacional de Renda de Bilro e de Agulha
em 2012 em Caen, Normandia, França.

Mais informações clique AQUI.


A renda é parte importante da cultura e da história da Normandia, que reune as três técnicas na região: a renda de bilro, a renda de agulha e a renda filet. Leia o texto Rota das Rendas da Normandia clicando  AQUI.


7 de ago de 2011

Sol Lace versus Spider Web

renda sol de Hvar

spider web de Pag


Pelo menos três rendas tradicionais resistem na Croácia, concentradas nas cidades de Pag, no Adriático, Lepoglava, no norte da Croácia e em Hvar, na ilha do mesmo nome situada na Dalmácia. A renda de agulha de Pag era originalmente usada para fazer vestes eclesiásticas, toalhas de mesa e enfeites para o vestuário. É feita decorando-se uma base com formato de teia de aranha com filigranas e motivos geométricos e hoje é ensinada pelas senhoras mais velhas que oferecem cursos com um ano de duração. A renda de bilro de Lepoglava é trançada com linhas que são enroladas em bilros e frequentemente é usada para confeccionar as fitas para os trajes folclóricos ou para ser vendida nas aldeias. Todo anos o Festival Internacional de Renda de Lepoglava celebra a arte. A renda de Aloe é feita apenas na Croácia pelas monjas beneditinas, na cidade de Hvar. Muito fina, os fios brancos são obtidos a partir da polpa das folhas aloe vera e é tecida utilizando-se vários pontos, entre eles o ponto de nós de rede (e o tenerife, como podemos ver nas fotos do site e o texto do video - n/comentário). Estas rendas tornaram-se um símbolo de Hvar. Essas rendas foram desenvolvidos pelas mulheres da área rural como fonte de renda complementar e deixaram uma marca permanente na cultura da região. O ofício produz tanto um elemento importante da roupa tradicional como é, em si, o testemunho de uma tradição cultural viva. (tradução livre)

fonte: Lacemaking in Croatia UNESCO: Representative List of the Intangible Cultural Heritage of Humanity - 2009

Por lo menos tres tradiciones de encaje persisten hoy en Croacia centradas en las ciudades de Pag en el Adriático, Lepoglava en el norte de Croacia y Hvar, en la isla de Dalmacia del mismo nombre. El encaje ad aguja de Pag se utilizó originalmente para hacer  vestes eclesiásticas, manteles y adornos para la ropa. El proceso consiste en embellecer un patrón de tela de araña con motivos geométricos y se transmite hoy por las mujeres mayores que ofrecen cursos de un año de duración. El encaje de bolillos de Lepoglava es hecho con hilos trenzados en husos o bobinas, y se utiliza a menudo para hacer cintas de encaje para los trajes típicos o se vende en las ferias de lo pueblo. Lo Festival Internacional de Encaje de Lepoglava celebra el arte cada año. El encaje de Aloe está hecho en Croacia sólo por las monjas benedictinas de la ciudad de Hvar. Hilos delgados y blancos se obtienen de las hojas de aloe vera y tejidos en un modelo de red o de otro tipo de punto sobre un cartón de fondo. Las piezas resultantes son un símbolo de Hvar. Cada variedad de encajes ha sido creado por mujeres del medio rural como una fuente de ingresos adicionales y ha dejado una marca permanente en la cultura de su región. La artesania produce un componente importante de los trajes tradicionales y es en si mismo aún un testimonio de una tradición cultural viva.

26 de jul de 2011

Are we made of lace? Somos feitos de renda?


"Quando eu faço rendas, estou totalmente em paz e em sincronia com meu ritmo interior. É como se existisse um significado profundo nisso. Recentemente me deparei com imagens de um microscópio eletrônico e foi como encontrar a peça que faltava neste quebra-cabeça. As imagens das estruturas celulares parecem rendas. Plantas, plâncton do mar, os seres humanos … a renda primordial que não pode ser vista a olho nu mas está em tudo."
Are we made of lace? de Lenka Suchanek
Muitos associam renda com toalhinhas cheias de poeira porém a Exposição Love Lace, que será aberta no dia 30 próximo no Powerhouse Museum em Sidney, Austrália, mostra que podemos associar renda com experimentação de ponta.

"Vai haver um monte de pessoas dizendo que isso não é renda de verdade", diz o curador da mostra, Lindie Ward, "Mas eu estou olhando as rendas em termos de suas qualidades gráficas e como se joga com o espaço preenchido e o vazio ... Quando se projetou a renda nos séculos XV e XVI o que estava sendo feito era um produto contemporâneo, um design excitante ... Eu estou tentando ampliar a idéia das pessoas sobre o que se pode fazer com essa maravilhosa técnica."

Joalheiros, artistas, arquitetos e designers de moda apresentaram obras feitas de fios de algodão, aço, papel ... . Algumas obras atá usam as técnica tradicionais, mas têm pouca semelhança com os trabalhos de renda à moda antiga.
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Conheça a LACE LOVE EXHIBITION clicando AQUI  
e o site da exposição AQUI

Já mostramos peças em renda nhanduti do acervo do Powerhouse Museum. Veja AQUI
fonte: http://www.brisbanetimes.com.au/entertainment/art-and-design/hello-doily-20110721-1hper.html

20 de jul de 2011

Renda tenerife no museu de Horche/Espanha

Na Igreja de N.Senhora da Assunção de Horche, Guadalajara, Espanha, um pequeno museu guarda, entre outras peças do enxoval litúrgico, algumas com renda tenerife. 
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Descobri esta preciosidade no album de fotos do Encontro de Rendeiras de Horche de junho passado de Malú Bolitriz no Picasa (visite cliquando AQUI) que conheci através do site da Associação Ibn Al Baytar, sempre muito frutífero nas notícias dos Encontros de  Rendas e de Rendeiras da Espanha . Clique e acesse o Blog Encajeras Bolilleras.














Conheça um pouco da arquitetura quinhentista de Horche clicando AQUI e pelo vídeo abaixo (em espanhol)

1 de jul de 2011

OUTRAS PRÁTICAS: BORDAR SÃO PAULO

A oficina “Bordar São Paulo - Um retalho de nossa cidade” é uma atividade da Casa de Dona Yayá, Centro de Preservação Cultural da Universidade de S.Paulo- USP, e propõe a criação de imagens pela arte do bordado resultando num painel produzido coletivamente que expresse as vivências e lembranças dos moradores, trabalhadores e frequentadores do bairro do Bixiga. 
Juntamente com trabalhos de grupos de bordados que vêm se formando na cidade, o painel coletivo ficará exposto para apreciação do público na Casa de Dona Yayá do início de agosto até 09 de setembro de 2011.
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Para saber mais, clique AQUI.

17 de jun de 2011

Soles de Maracaibo, Zulia, Venezuela




"Um grupo de dedicadas e criativas senhoras da Zulia, Venezuela, mantem  entre os costumes e tradições a tecelagem dos "Soles de Maracaibo", expressão única deste tipo em toda a Venezuela".

Dizem que o Sol é de Maracaibo, a amada Terra do Sol, mas com uma certa tristeza e grande alegria um grupo de senhoras marabinas veem os Soles de Maracaibo ir para muito longe. Eles são levados para serem expostos e apreciados na Alemanha, na Espanha e na França, onde a expressão
única e original fazem os "Soles de Maracaibo" brilharem, uma tradição que se mantem graças ao louvável trabalho de duas dedicadas professoras marabinas que se entregam de corpo e alma para manter viva esta técnica que muitos acreditavam morta mas que vive graças a estas senhoras zulianas.

Os Soles de Maracaibo datam do século 18, época da conquista, quando uma família de Perijá aprendeu a arte de tecer estes soles com uma senhora de origem canária que lhes ensinou o trabalho nativo de Tenerife, Ilhas Canárias. Conta Da. Elba que este costume deve ter entrado pelas portos, através do navios vindos da Espanha, pelas mãos das mulheres dos colonizadores que chegaram em Maracaibo. Esta família - diz a professora Elba Morales - se interessava por esta bela e difícil técnica e Da. Cepeda e suas 10 filhas tomaram a tecelagem como forma de vida e dedicaram-se a fazer e a divulgar os Soles para as famílias estrangeiras que viviam em Maracaibo ou estavam em visita.


Depois de quase dois séculos os Soles seguem vivos por causa das mãos destas marabinas dedicadas que afirmam à Venezuela e a todo o mundo que os Soles vão continuar por muitos anos iluminando a imaginação daqueles que sabem apreciar esta tecelagem que tantos lauros e tanto reconhecimento deu a esta terra onde, as mãos das irmãs Cepeda Conde ontem e hoje as mãos da Professora Elba Morales de Rondon mantêm viva a tradição."
fotos enviadas por Marlene Nava

"Dentro de las Costumbres y tradiciones de Maracaibo, un grupo de creativas y dedicadas señoras zulianas, mantienen vivos los brillantes hilos de "Los Soles de Maracaibo", única expresión artística de este tipo en toda Venezuela.

Dicen que el Sol es de Maracaibo, la Tierra del Sol amada, pero con pena y una gran alegría, un grupo de señoras marabinas, ven partir los Soles de Maracaibo muy lejos, los ven partir a Alemania, España Francia, donde se los llevan para ser expuestos y apreciados, brillando con luz propia, con una original imaginación puesta en ellos, con un único sentimiento que hacen de los "Soles de Maracaibo" una expresión única y tradicional, que perdura con el tiempo gracias al encomiable trabajo de dos dedicadas profesoras marabinas que se entregan en cuerpo y alma por mantener viva esta labor que muchos creyeron muerta, pero que sigue viva gracias a estas damas zulianas.

Los Soles de Maracaibo, una tradición artesanal que data del siglo XXVIII en la época de la conquista, donde una familia en Perijá aprendió el arte de tejer estos soles gracias a una señora de origen Canario, quien les enseñó esta labor oriunda de las Islas Canarias, Tenerife. Nos cuenta la señora Elba que esta costumbre pudo entrar por los Puertos, en los barcos provenientes de España, directo de manos de las esposas de los colonos que llegaron a Maracaibo. Esta Familia - nos comenta la profesora Elba Morales - se intereso en esta bella y sacrificada labor, así la señora Cepeda y sus 10 hijas toman esta labor como un modo de vida y se dedican a realizar los soles para las familias extranjeras que visitaban o vivían en Maracaibo.

Ahora los Soles, después de casi dos siglos siguen y perpuran en las manos de estas abnegadas marabinas que le dicen a Venezuela y todo el mundo que los Soles seguirán por muchos años mas iluminando la imaginación de quienes saben apreciar este hermoso tejido que ha dado tantos lauros y reconocimientos a esta tierra que los hizo famoso de la mano de las Hermanas Cepeda Conde y que ahora siguen la tradicion con la Profesora Elba Morales de Rondón."
 
fonte: http://ligiamarval.blogspot.com/
fotos enviadas por Marlene Nava