Pioneiro na pesquisa
da técnica, o grupo NHANDUTI DE ATIBAIA juntamente com a ARTESOL promovem em
junho próximo o CURSO BÁSICO DE RENDA TENERIFE. São quatro oficinas,
quintas-feiras entre as 17:00h e 20:30h. Ligue pra 985 497 337 ou entre em
contato pelo nhanduti.org@gmail.com
para mais informações e venha fazer renda com a gente!
6 de mai. de 2013
29 de abr. de 2013
Projeto de RENATO IMBROISI com a técnica da renda nhanduti ou tenerife.

Um evento em Bento Gonçalves em agosto trará acessórios para casa trabalhados na técnica da tecelagem da renda tenerife ou nhanduti.
Um projeto envolvendo diversos segmentos levou para o município o designer Renato Imbroisi e as arquitetas Ana Luiza Lo Pumo e Tina Azevedo Moura que orientaram e desafiaram um grupo de artesãs da região para a elaboração do artesanato que será exposto na Casa Brasil, exposição de produtos contemporâneos de alto padrão para arquitetura e decoração que acontecerá no início do segundo semestre.
Ao grupo agregou-se Iara Ana Carine Medeiros, professora aposentada que aprendeu a técnica da renda nhanduti com a avó que, por sua vez, aprendeu com primas que residiam em Caxias do Sul. Iara teria retomado a técnica quando se aposentou como atividade terapêutica e ocupacional, e diz que conhece a origem da técnica apenas de pesquisas na internet.
Afirmando que esse conhecimento não pode ser perdido, que precisa ser valorizado, ela lamenta ainda não ter conseguido ensinar a técnica para ninguém, já que só tem filhos homens. Diz ainda ser uma arte manual demorada e trabalhosa: que cada módulo demanda em média uma hora para ser feito e que eles são unidos depois uns aos outros para formar a peça.
*
Veja mais sobre a Casa Brasil, que acontecerá entre 13 e 16 de agosto, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves no site http://www.emater.tche.br/site/noticias/noticia.php?id=16390.
17 de abr. de 2013
MOTIVOS TRADICIONAIS DA RENDA TENERIFE OU NHANDUTI
COMERÉ A TU HIJO (TA'U NDE RA'Y) ou MOÑITO
"Comeré a tu hijo" era o nome vem de um jogo infantil esquecido pela pela tradição oral do Paraguai e o desenho sugere que as criança brincavam tendo as cabeças cobertas com um capuz. A literatura dá conta que talvez se trate de um jogo que falava de roubo de crianças, mas é fato é que foi esquecido pelos tempos e talvez por isso tenha aparecido o novo nome, macaquinho (monito), embora existe uma versão local que alega que abandono do primeiro nome do ponto teria ocorrido em face do contato com o turismo.
Fonte: Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación, Annick Sanjurjo; Ñanduti, Gustavo González e Adriana Almada
Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Pin no Pinterest
Postado por Nhanduti de Atibaia por Elizabeth Correa às 17:19 Nenhum comentário:
Marcadores:
artesanato de tradição,
economia solidaria; needle lace,
encaje ad aguja,
encaje tenerife,
nhanduti,
nhanduti; ñanduti,
punto di teneriffa,
renda arte renda artesanal de agulha
15 de abr. de 2013
10 de abr. de 2013
3 de abr. de 2013
Vai viajar? Descubra museus e exposições sobre renda perto do seu destino!
Contando com a colaboração do tradutor do Google, clique em "MUSEUS COM RENDA" e v. ganhará um grande colaborador para seus roteiros.
O incentivo para a interação vai mais longe. Clique em "ATRAVÉS DA FRONTEIRA" e v. tem o agendamento de alguns eventos de renda na Europa.
31 de mar. de 2013
16 de mar. de 2013
Motivos tradicionais da renda tenerife: o jasmim e a estrela
A
pequena toalha em montagem na m/almofada de trabalho é composta, entre outros, por dois motivos muito semelhantes entre si:
o jasmim e a estrela.
A
diferença entre eles é que o primeiro teria quatro pétalas e a estrela, cinco
pontas.
Segundo Annick Sanjurjo, as tecelãs mais jovens os
distinguem dessa forma, entretanto as mais antigas, ao contrário, dizem que a
estrela deve ter quatro pontas e o jasmim, cinco pétalas.
O motivo de cinco
pontas também é bastante conhecido como lucero de alba (estrela de venus). Suspeita-se, inclusive,
que "jasmim" seja uma denominação recente, já que não foi mencionado por Roquette-Pinto,
primeiro pesquisador da tecelagem.
No caso, ambos os motivos estão adornados com cruzetinhas
- kurusu - uma guaranização da palavra espanhola cruz, que são vistos em
grande variedade de aplicações e tamanhos, como para encher espaços criados pelo desenho, já que a renda não gosta de espaços vazios.
Fonte: Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación,
Annick Sansurjo
10 de mar. de 2013
Do acervo do Victoria and Albert Museum
Physical description
Flounce of Sol needle lace with a border of bobbin lace. Worked with a needle on a foundation of large squares of drawn thread work. The design of wheels or of rayed suns, each set within a square frame, is arranged in three horizontal rows. The two outer narrower rows contain a series of identical wheels, each 2.75 inches in diameter. The central row contains alternately single large wheels, 4.5 inches in diameter, and vertical lines of two half and one whole wheels. Attached to the lower edge is a border of single bobbin lace of the torchon type.
Place of Origin
Spain (made)
Date
late 17th century (made)
late 18th century (altered)
Artist/maker
Unknown (production)
Materials and Techniques
Needle lace with bobbin lace
Dimensions
Length: 274 cm, Width: 37.5 cm, Length: 2.5 in border, Length: 6.4 cm border
Descriptive line
Flounce of late 17th century Sol needle lace with a border of late 18th century bobbin lace, Spain
Production Note
Border of late 18th century bobbin lace attached.
Materials
Bobbin lace
Techniques
Lace making
Categories
Textiles; Lace
Collection code
T&F
*********************************************************************
Visite: Victoria and Albert Museum
4 de mar. de 2013
PROJETO NHANDUTI DE ATIBAIA NASCEU EM CURSO DA REDESOL
O 3° PAPO ARTESANAL reuniu no dia 27 último cerca de 30 interessados em compartilhar a experiência do grupo NHANDUTI DE ATIBAIA na sua pesquisa da renda nhanduti ou tenerife no Brasil, dedicada tanto ao resgate da técnica da tecelagem quanto à origem e história da renda artesanal.
O evento, fruto da parceria entre a ARTESOL, o PONTO SOLIDÁRIO e o ESPAÇO CULTURAL CASA AMARELA, ao trazer à baila a história do grupo, surpreendeu ao noticiar que o projeto dedicado à renda desenvolvido pelo NHANDUTI DE ATIBAIA nasceu em 2002 num curso da CAPACITAÇÃO SOLIDÁRIA, um dos programas da REDESOL a que pertence a ARTESOL-ARTESANATO SOLIDÁRIO no exercício de sua missão de valorização do artesanato de tradição enquanto patrimônio cultural brasileiro.
Assinar:
Postagens (Atom)






