11 de jun. de 2013

Nós estamos na MÃO BRASILEIRA



Maxicolar NHANDUTI DE ATIBAIA
Mostra de artesanato de tradição reúne um
acervo de peças dos 27 Estados do País
            As diversas mãos que fazem o artesanato de tradição cultural de todas as regiões do País estão em exibição no Espaço Fashion do Iguatemi, em São Paulo, na Expo ‘Mão Brasileira’. Com curadoria do designer de artesanato, Renato Imbroisi, a exibição tem como objetivo mostrar o diálogo existente entre o artesanato de raiz e tendências contemporâneas da arte e da moda.

              A ‘Mão Brasileira’ que conta com 80 peças, segundo Carmo Sodré Mineiro, presidente da ArteSol, pretende valorizar o artesanato de tradição brasileiro. ‘Queremos mostrar para o País a beleza da arte que se transmite entre gerações de uma localidade e de como isso é importante para nossa identidade cultural’, pontua. ‘Também queremos desmitificar que o artesanato de raiz é algo velho. Esses artistas são exemplos de como ele pode resultar em objetos incrivelmente preciosos e atuais’, reforça Carmo.

Agende-se:
Exposição Mão Brasileira
Data: 24 de maio a 15 de junho
Horário: segunda a sábado das 10 horas às 22 horas e domingos das 14h às 20h
Local: Espaço Fashion – Shopping Iguatemi – Av. Brig. Faria Lima, 2232.

4 de jun. de 2013




Seis mestres rendeiras falam de seu trabalho exposto entre outras 100 peças de Renda de Bilro, Filé, Frivolité, Renda Irlandesa, Nhanduti ou Renda Tenerife e Renascença na RENDA BRASILEIRA, uma exposição que aborda as seis técnicas de fazer renda que têm expressão no Brasil que está no SESC Belenzinho/SP. O vídeo apresenta as rendeiras que se sobressaem  no seu saber fazer : Maria do Socorro Reis Galeno, do Piauí, na Renda de Bilro; Maria Perpétua Martins, do Ceará, no Filé; Eliana Bojikian Polito, de S.Paulo, no Frivolité; Elizabeth Raimundo dos Santos, do Sergipe, na Renda Irlandesa; Elizabeth Horta Correa, de S.Paulo, na Renda Nhanduti ou Tenerife e Fátima Suelene de Oliveira Medeiros, da Paraíba na Renda Renascença.
Mais informações no portal do SESC. Clique AQUI para consultar.

22 de mai. de 2013

RENDA BRASILEIRA- Programação



Nos dias 25 e 26 de maio estaremos lá: na mesa redonda do sãbado à tarde e domingo, entre 10 e 18:00hs,  na aula demonstração juntamente com outras cinco mestras rendeiras.
Venha ver toda essa lindeza e essa arte ao vivo! 

13 de mai. de 2013

OFICINA DO CRAVO PREPARA PROJETO COM NHANDUTI COM GRUPO DA REDE ASTA




O Escritório de design OFICINA DO CRAVO  está elaborando um trabalho com a técnica da renda nhanduti junto com o grupo de artesãs Nós e Nós, grupo que trabalha com a técnica e comercializa seus produtos através da REDE ASTA.

A REDE ASTA comercializa através do sistema de venda por catálogo produtos de grupos cooperativados de artesanato. Vale conhecer: clique aqui para conhecer seu catálogo. 

6 de mai. de 2013

Um sonho: aprender a fazer renda!





Pioneiro na pesquisa da técnica, o grupo NHANDUTI DE ATIBAIA juntamente com a ARTESOL promovem em junho próximo o CURSO BÁSICO DE RENDA TENERIFE. São quatro oficinas, quintas-feiras entre as 17:00h e 20:30h. Ligue pra 985 497 337 ou entre em contato pelo nhanduti.org@gmail.com para mais informações e venha fazer renda com a gente!



29 de abr. de 2013

Projeto de RENATO IMBROISI com a técnica da renda nhanduti ou tenerife.



Um evento em Bento Gonçalves em agosto trará acessórios para casa trabalhados na técnica da tecelagem da renda tenerife ou nhanduti. 

Um projeto envolvendo diversos segmentos levou para o município o designer Renato Imbroisi e as arquitetas Ana Luiza Lo Pumo e Tina Azevedo Moura que orientaram e desafiaram um grupo de artesãs da região para a elaboração do artesanato que será exposto na Casa Brasil, exposição de produtos contemporâneos de alto padrão para arquitetura e decoração que acontecerá no início do segundo semestre.

Ao grupo agregou-se Iara Ana Carine Medeiros, professora aposentada que aprendeu a técnica da renda nhanduti com a avó que, por sua vez, aprendeu com primas que residiam em Caxias do Sul. Iara teria retomado a técnica quando se aposentou como atividade terapêutica e ocupacional, e diz que conhece a origem da técnica apenas de pesquisas na internet. 


Afirmando que esse conhecimento não pode ser perdido, que precisa ser valorizado, ela lamenta ainda não ter conseguido ensinar a técnica para ninguém, já que só tem filhos homens. Diz ainda ser uma arte manual demorada e trabalhosa: que cada módulo demanda em média uma hora para ser feito e que eles são unidos depois uns aos outros para formar a peça.


 Visite o site do tecelão e designer de artesanato RENATO IMBROISI clicando AQUI.

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Veja mais sobre a Casa Brasil, que acontecerá entre 13 e 16 de agosto, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves no site http://www.emater.tche.br/site/noticias/noticia.php?id=16390.

17 de abr. de 2013

MOTIVOS TRADICIONAIS DA RENDA TENERIFE OU NHANDUTI


COMERÉ A TU HIJO (TA'U NDE RA'Y) ou MOÑITO

"Comeré a tu hijo" era o nome vem de um jogo infantil esquecido pela pela tradição oral do Paraguai e o desenho sugere que as criança brincavam tendo as cabeças cobertas com um capuz. A literatura dá conta que talvez se trate de um jogo que falava de roubo de crianças, mas é fato é que foi esquecido pelos tempos e talvez por isso tenha aparecido o novo nome, macaquinho (monito), embora existe uma versão local que alega que abandono do primeiro nome do ponto teria ocorrido em face do contato com o turismo.


Fonte: Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación, Annick Sanjurjo; Ñanduti, Gustavo González e Adriana Almada

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