12 de ago. de 2013

Soles de Maracaibo: a renda na Venezuela

    
             "Una de estas extraordinarias damas que mantiene viva una de las expresiones artísticas que identifica a la ciudad, es Elba Graciela Montero de Rondón. La curiosidad, llevó a una joven de poco más de 20 años a interesarse por los complejos tejidos.
              Pero fue su dedicación lo que la mantuvo atrapada entre los telares que permiten brillar cada día entre diferentes figuras, los Soles de Maracaibo. Hoy, 50 años después, la maestra del tejido se confiesa “Feliz por el trabajo que realiza y que significa mucho en su vida”.
              Sus manos aunque con movimientos lentos y marcadas por los surcos de la edad, no han sido impedimento para continuar tejiendo. “No considero que mi trabajo sea difícil, pero si laborioso y requiere de paciencia”.
             Cada noche sentada en una silla en la sala, toma su telar, una aguja y entre el silencio y la compañía de su esposo, le da vida a los “maravillosos soles”. 
 

Soles en su vida
             Desde la primera vez que Elba asistió a la Escuela de Labores María Teresa Rodríguez del Toro, en la Calle Carabobo, su fascinación por aprender todos los detalles referentes al tejido no se detuvo. Como instructora, conoce el mejor hilo para trabajar y se familiarizó con cada uno de los nombres que llevan los tejidos como: Palma abierta, Azucena con laurel, Orquídeas y la Cruz de Santiago de Compostela.
             Orgullosa de cada puntada, la anciana conserva en su casa una colección de sus primeros trabajos. Con detenimiento admira cada uno de los soles, que representan un recuerdo en su memoria.
             Al contrario de otras tradiciones que sobreviven a la amenaza del tiempo, los soles se mantienen presentes. Para ellos cada tarde de los martes y jueves, Elba acude al museo de Artes gráficas Luis Chacón en la Alcaldía de Maracaibo, para dictar cursos del llamativo tejido."
fontes: Naty Muñoz(FB) e diariocontraste.com

6 de ago. de 2013

LACE: aplicativo para iphone fornece referência sobre os vários tipos de renda.





O aplicativo foi projetado para fornecer uma rápida referência rápida sobre os vários estilos de rendas. Selecionando a renda a partir de uma lista, o app apresenta um detalhe e uma breve explicação sobre a técnica. O detalhe pode ser ampliado para a visualização de uma peça inteira de renda e ainda a indicação num mapa da região do globo em que ela ocorre.



 A idéia original para este aplicativo para iPhone foi construída sobre uma seção do site do THE LACE GUILD, organização de rendeiras e amantes da renda das Ilhas Britânicas. A autora do aplicativo foi Jean Leader  e seu marid, uma rendeira e entusiasta da atividade da Escócia.

Informa-se que o aplicativo já está disponível na APP STORE.  
O original da matéria v. encontra clicando AQUI.

11 de jun. de 2013

Nós estamos na MÃO BRASILEIRA



Maxicolar NHANDUTI DE ATIBAIA
Mostra de artesanato de tradição reúne um
acervo de peças dos 27 Estados do País
            As diversas mãos que fazem o artesanato de tradição cultural de todas as regiões do País estão em exibição no Espaço Fashion do Iguatemi, em São Paulo, na Expo ‘Mão Brasileira’. Com curadoria do designer de artesanato, Renato Imbroisi, a exibição tem como objetivo mostrar o diálogo existente entre o artesanato de raiz e tendências contemporâneas da arte e da moda.

              A ‘Mão Brasileira’ que conta com 80 peças, segundo Carmo Sodré Mineiro, presidente da ArteSol, pretende valorizar o artesanato de tradição brasileiro. ‘Queremos mostrar para o País a beleza da arte que se transmite entre gerações de uma localidade e de como isso é importante para nossa identidade cultural’, pontua. ‘Também queremos desmitificar que o artesanato de raiz é algo velho. Esses artistas são exemplos de como ele pode resultar em objetos incrivelmente preciosos e atuais’, reforça Carmo.

Agende-se:
Exposição Mão Brasileira
Data: 24 de maio a 15 de junho
Horário: segunda a sábado das 10 horas às 22 horas e domingos das 14h às 20h
Local: Espaço Fashion – Shopping Iguatemi – Av. Brig. Faria Lima, 2232.

4 de jun. de 2013




Seis mestres rendeiras falam de seu trabalho exposto entre outras 100 peças de Renda de Bilro, Filé, Frivolité, Renda Irlandesa, Nhanduti ou Renda Tenerife e Renascença na RENDA BRASILEIRA, uma exposição que aborda as seis técnicas de fazer renda que têm expressão no Brasil que está no SESC Belenzinho/SP. O vídeo apresenta as rendeiras que se sobressaem  no seu saber fazer : Maria do Socorro Reis Galeno, do Piauí, na Renda de Bilro; Maria Perpétua Martins, do Ceará, no Filé; Eliana Bojikian Polito, de S.Paulo, no Frivolité; Elizabeth Raimundo dos Santos, do Sergipe, na Renda Irlandesa; Elizabeth Horta Correa, de S.Paulo, na Renda Nhanduti ou Tenerife e Fátima Suelene de Oliveira Medeiros, da Paraíba na Renda Renascença.
Mais informações no portal do SESC. Clique AQUI para consultar.

22 de mai. de 2013

RENDA BRASILEIRA- Programação



Nos dias 25 e 26 de maio estaremos lá: na mesa redonda do sãbado à tarde e domingo, entre 10 e 18:00hs,  na aula demonstração juntamente com outras cinco mestras rendeiras.
Venha ver toda essa lindeza e essa arte ao vivo! 

13 de mai. de 2013

OFICINA DO CRAVO PREPARA PROJETO COM NHANDUTI COM GRUPO DA REDE ASTA




O Escritório de design OFICINA DO CRAVO  está elaborando um trabalho com a técnica da renda nhanduti junto com o grupo de artesãs Nós e Nós, grupo que trabalha com a técnica e comercializa seus produtos através da REDE ASTA.

A REDE ASTA comercializa através do sistema de venda por catálogo produtos de grupos cooperativados de artesanato. Vale conhecer: clique aqui para conhecer seu catálogo. 

6 de mai. de 2013

Um sonho: aprender a fazer renda!





Pioneiro na pesquisa da técnica, o grupo NHANDUTI DE ATIBAIA juntamente com a ARTESOL promovem em junho próximo o CURSO BÁSICO DE RENDA TENERIFE. São quatro oficinas, quintas-feiras entre as 17:00h e 20:30h. Ligue pra 985 497 337 ou entre em contato pelo nhanduti.org@gmail.com para mais informações e venha fazer renda com a gente!



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Nhanduti de Atibaia