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23 de set. de 2020

24° Festival International de Renda de Lepoglava

 

Teve início dia 11/09 o 24° Festival Internacional de Renda de Lepoglava. O mais antigo Festival de Renda do mundo, que esse ano terá versão virtual.   

O Festival Internacional de Renda tem sido realizado desde 1997 abre com uma coleção dos centros de renda da Croácia, além de vários centros europeus. 

Além das rendas croatas - de Pag, de Hvar, os Soles da Eslavônia e de Hvar - são apresentadas as mais belas rendas de 16 países de quase todo o mundo (Espanha, Bósnia e Herzegovina, Polônia, Eslovênia, Estônia, Itália, Hungria, Áustria, Bélgica, Brasil, Holanda, França, Bulgária e Eslováquia). 

O Brasil encontra-se representado virtualmente pela renda tenerife de Elizabeth Horta Correa do Nhanduti de Atibaia, da família das rendas de trama radial. Também são realizadas oficinas de confecção de rendas e uma feira de artesanatos tradicionais, já que o Festival tem uma versão presencial com horário restrito.

O Festival de Rendas de Lepoglava integra uma comunidade de festivais que se destacam pela qualidade artística e têm um impacto significativo a nível local, nacional e internacional atestado pelo selo de “Festival Notável” da "European Festival Association (EFA)".

Faça uma visita virtual clicando aqui https://festival-cipke.com/








13 de jun. de 2019

Artesanato e Patrimônio Cultural - Entrevista com Adélia Borges



O que há em comum entre as bonecas de barro do Vale do Jequitinhonha, no norte de Minhas Gerais, as rendas de bilro de Florianópolis, capital de Santa Catarina, e a cerâmica de Cotia, no sudoeste de São Paulo? Todos estes são exemplos de saberes e fazeres manuais transmitidos de geração em geração pelos quatro cantos do Brasil. São diferentes técnicas, materiais, cores, texturas e aplicações a compor uma teia que forma o profícuo artesanato brasileiro. Expressões que prevaleceram por muitos anos como suvenires – recordações de viagem embaladas por turistas –, mas que, principalmente nas últimas duas décadas, ganharam um novo olhar, significado e importância. 
Pesquisadora e curadora de manualidades que percorrem o país de norte a sul, Adélia Borges reafirma em palestras, livros e instituições: “A única coisa primitiva sobre nosso artesanato é o nosso conhecimento a respeito dele”. Ex-diretora do Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, autora e coautora de mais de 15 livros, entre eles Design + Artesanato: o Caminho Brasileiro (Terceiro Nome, 2011), Adélia não só tem um profundo conhecimento na área, como ainda se emociona e se surpreende com a riqueza de manifestações culturais manuais nos rincões por onde viaja pelo Brasil. Nesta entrevista, a especialista nos explica o que está por trás do conceito de artesanato, qual o posicionamento das expressões manuais na contemporaneidade e os desafios do porvir.
Como definir o que é artesanato?
Resolvi adotar a definição da Unesco. Artesanato é tudo que se faz com as mãos e com predomínio de processos manuais. A elaboração de objetos em que predominem as técnicas manuais, mas na qual também pode haver a utilização de tecnologias, de equipamentos. O artesanato tem uma força muito grande inclusive na economia dos países em desenvolvimento. Há estudos que mostram essa força na economia. Países onde há predomínio do artesanato nas camadas mais pobres da população. O que não acontece em diversos países do hemisfério norte, onde há um retorno expressivo do artesanato, feito por mestres, doutores, gente escolarizada, onde há muitos cursos de faculdade de design, de joalheria, design têxtil etc. Tanto que, na Europa, o artesanato se conhece muito como “movimento maker”, de fazer com as próprias mãos, que implica, em geral, o uso de técnicas artesanais muitas vezes conjugadas com digitais. Nos Estados Unidos dá-se o nome de Do It Yourself (DIY). 
Enquanto estrangeiros, como a arquiteta italiana Lina Bo Bardi, sempre foram fascinados pelo artesanato brasileiro, por que no país ainda há certo desmerecimento?
A tradição escravocrata que o Brasil tem é muito forte. É “ruim” sujar as mãos e fazer algo com elas. Se tenho instrução suficiente, mando alguém fazer e não faço. É uma tradição escravocrata e que diminui quem faz, criando uma dicotomia. Se for ver a definição de artesanato nos dicionários brasileiros, entre os significados consta: coisa rústica feita sem atenção, sem técnica. Uma visão absolutamente preconceituosa. Quando você compara essa definição com a de um dicionário britânico, é totalmente diferente. Lá entende-se por ofício, por aquilo que é feito à mão, feito com maestria por mestres da tecelagem, da cestaria etc. Então, imersos nessa realidade, precisamos de certa distância para ver o artesanato com novos olhos. Foi o que a Lina Bo Bardi fez, assim como outros. Outras iniciativas, algumas das quais faço parte, tentam mostrar o artesanato brasileiro de forma que as pessoas percebam a enorme riqueza que ele tem. Há também muitos artistas contemporâneos fazendo uso de técnicas artesanais. Como Ernesto Neto [na exposição Sopro, em cartaz na Pinacoteca], um artista que faz esculturas têxteis, muitas das quais realizadas em parceria com comunidades. Por exemplo, ele trabalhou anos com a Cooperativa de Trabalhadores da Rocinha, no Rio de Janeiro.

Leia a sequencia do texto na  Revista Além das Asas . Desfrute!

8 de jun. de 2018







A partir do dia 9 de junho, o Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera recebe a exposição Bancos Indígenas do Brasil, que apresenta, com entrada gratuita, cerca de 70 peças da coleção BEI. Os bancos foram produzidos por povos de várias regiões do alto e baixo Xingu, sul da Amazônia, Centro-Oeste, norte do Pará e noroeste amazônico. 

A mostra, cuja expografia ficou a cargo da designer Claudia Moreira Salles e do arquiteto Eiji Hayakawa, revela a sofisticação e a importância cultural dos bancos: alguns são zoomórficos, representando animais da fauna brasileira; outros são assentos mais convencionais, lixados com esmero, decorados com grafismos traçados com pigmentos naturais ou com entalhes. Em todos, os aspectos utilitários e decorativos conciliam-se com a dimensão simbólica, de forma que as peças espelham o universo cultural, os mitos e a cosmologia das etnias que as fabricam. 


EXPOSIÇÃO BANCOS INDIGENAS DO BRASIL
9 de junho a 5 de agosto
Acesso: Portão 3 e 10 – Av. Pedro Álvares Cabral
Funcionamento: quarta, sábado, domingo e feriado
Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h
Tel: (11) 5081-7296 e 3208-1755
Entrada Gratuita.

15 de set. de 2017

ARS PANICALE

A renda sobre tule "Ars Panicale" nasceu em meados dos anos 900 em Panicale, Perugia Ee e atualmente a organização LA TRAMA DE ANITTA forma rendeiras da técnica e organiza todos os anos, na terceira semana de setembro, o FILI IN TRAMA .

Na QUINTA MOSTRA MERCATO INTERNATIONALE DEL MERLETTO E DEL RICAMO deste ano o Museu Iberoamericano de Artesania de Tenerife - MAIT levou as 

Rosetas Canárias. Veja uma postagem clicando AQUI.

https://www.facebook.com/MAITenerife/posts/1654307481247540



Da Ars Panicale

Il ricamo su Tulle “Ars Panicalensis” nasce a Panicale nella prima metà del ‘900 per volere di Anita Belleschi Grifoni, una donna colta e raffinata ma anche molto intraprendente, che negli anni ’30 fonda una scuola di ricamo, riconosciuta dall’E.N.A.P.I. tra il 1936 e il 1938, che diventò ben presto famosa in tutte le famiglie nobili e dell’alta borghesia del tempo, fino ad essere apprezzata dalla casa reale. Anita infatti realizzò, insieme alla figlia Maria Teresa Grifoni, l’abitino da Battesimo per la Principessa Maria Pia di Savoia, figlia di Umberto II e Maria Josè, nel 1934.

Saiba mais: 
http://www.arspanicalensis.com/
https://www.facebook.com/Ars-Panicalensis-507541362744181/
https://www.facebook.com/FiliinTrama/

7 de jun. de 2015

LACIS MUSEUM OF LACE AND TEXTILES & CLASSES

Lacis Museum of Lace and Textiles & Classes é uma loja física, uma loja virtual, venda de material para rendas e bordados e ainda uma escola e um museu num espaço com mais 
de 500 metros quadrados na Califórnia, Berkeley. Fundada por Kaethe and Jules Kliot in 1965, ela, uma especialista em têxteis e rendas, morreu em 2002 aos 72 anos, deixando Jules no comando. 

A renda atingiu o seu auge no século 17 e 18 de França depois que Louis XIV trouxe rendeiras da Itália para trabalhar para a sua corte, explica proprietário Jules Kliot, "época em que a renda era mais preciosa do que jóia fina."

Os Kliots passaram os últimos 40 anos coletando, preservando e obcecado por rendas. Eles recolheram centenas de peças desta delicada tecelagem, que estão em exibição permanente na loja, e incluem peças raras do Peru pré-colombiano, exemplos das cortes européias do Séc.17 e rendas fabricadas por máquinas do Séc.19.

Clique em PREVIOUS EXHIBITS e voce terá acesso a alguns dos catálogos das coleções e mostras da LACIS.


23 de jun. de 2014

CURSOS EM JUNHO: SESC BELENZINHO

 SESC Belenzinho com 2 cursos em junho: 
altíssima concentração no curso das sextas de INTRODUÇÃO À RENDA TENERIFE (em andamento)
e BRINCANDO COM A TEIA E A RENDA
no final de semana próximo (dias 28 e 29)!

14 de fev. de 2014

LACE - A Sumptuous History 1600s - 1900s


Exposição

A Sumptuous History 1600s–1900s

February 2014 to June 2014

San Francisco International Airport (SFO) Museum



A renda sempre foi um item de luxo, cara devido ao seu trabalho meticuloso e sua produção demorada. Os estilos das rendas foram aparecendo ao longo dos séculos, em resposta às mudanças na moda. Tanto os homens como as mulheres usavam rendas desde o início até o século XVIII . Muitas vezes era a parte mais onerosa da roupa e refletia os sabores sofisticados da aristocracia. A renda adornava golas e punhos das mulheres, ombros dos homens, mãos e cabeça, as vezes cobria vestidos inteiros. Altas somas de dinheiro foi gasto com rendas e a extravagância levou muitos governantes a colocar restrições sobre o uso e a importação de renda, as leis suntuárias.

30 de jan. de 2014

CURSO REGULAR DE RENDA NHANDUTI OU TENERIFE



AULAS QUINZENAIS - MAX.4 ALUNO - BÁSICO E AVANÇADO 

APRENDA COM QUEM FAZ
 longa pesquisa da tecelagem da renda artesanal de agulha trazem a experiência com diversos de fios e tipos de bastidor, com variedade  de motivos e padrões e ampla gama de confecção

AVANCE COM QUEM CONHECE
 peças de renda trazidas de vários lugares do mundo apresentam e aproximam o aluno da história e do mundo da renda artesanal nhanduti e tenerife

NOSSO DIFERENCIAL
aprenda ou se aperfeiçoe num curso regular


No 1° semestre DE 2014, a partir de 24/fev, aulas quinzenais, às segundas-feiras para iniciantes ou técnica avançada. Entre em contato para mais detalhes pelo telefone (11)5543-6395 ou email (contato@patchfuxique.com.br). Fale com Eugenia ou Angela que elas te orientarão.

PATCHFUXIQUE ATELIE
Rua Vieira de Moraes, 1637, sobreloja, Campo Belo, SP/Capital

17 de nov. de 2013

Renda Veneza de Kadoma, Russia.


    
               Na região de Ryazan, na Russia central, fica pequena cidade de Kadoma onde ainda podemos encontrar a renda Veneza de Kadoma feita manualmente. 

              Segundo a lenda, Pedro I teria proibido a compra de renda de fora do país ao mesmo tempo em que chamou técnicos de Veneza para ensinar a arte ás freiras russas. Essas freiras trouxeram a técnica à cidade de Kadoma, onde ensinaram mulheres e artesãs locais. Os artistas dominaram rapidamente a arte, expandindo-as para empregar a técnica à artes aplicadas além da renda propriamente dita, criando uma arte única que tirou da história o nome "Veneza".

 (Esse histórico foi obtido com ajuda do google traductor diretamente do russo, podendo conter erros)


 Clique AQUI  e AQUI para mais fotos.


3 de abr. de 2013

Vai viajar? Descubra museus e exposições sobre renda perto do seu destino!



O site holandês da Associação Nacional da Arte da Renda (Landelijke Organisatie Kant Kunst) tem um mapa interativo que localiza museus e exposições sobre renda..

Contando com a colaboração do tradutor do Google, clique em "MUSEUS COM RENDA" e v. ganhará um grande colaborador para seus roteiros.


O incentivo para a interação vai mais longe. Clique em "ATRAVÉS DA FRONTEIRA" e v. tem o agendamento de alguns eventos de renda na Europa.

3 de ago. de 2012

Moda Sustentável* : Curso de Renda Renascença

fonte: martha medeiros



Nos dias 18 e 19 de agosto o Ecotece-Instituto do Vestir Consciente, junto com o Tudo a Mão tem a honra que promover o Curso de Renda Renascença com a professora Thais Guerra.

É uma grande oportunidade de aprender um pouco sobre essa técnica tão especial!
VAGAS SUPER LIMITADAS!!
Para + info e inscrições clique AQUI



  * MODA SUSTENTÁVEL
Sustentabilidade não é apenas minimizar os impactos negativos, mas também maximizar os impactos positivos, permitindo que pessoas, comunidades e sistemas econômicos prosperem.

15 de mar. de 2012

Mostra MULHERES DE FIBRA

Gola preta em renda sol



































Montagem do PROJETO RENDA SOL na exposição Mulheres de Fibra que acontece no Centro de Convenções Vitor Brecheret até o próximo dia 24, na cidade de Atibaia/SP.
Aberta a visitação de terça-feira a sábado entre 10h00 e 17h00hs. 
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Nhanduti de Atibaia