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18 de out. de 2019

Congresso de Renda de Castilha e Leon, Espanha.



                          Nos próximos dias 24 e 27 de outubro acontece em Tordesilhas, Espanha, o  XV Congresso de Renda de Castilha e Leão promovido pelo Museo e Centro Didactico de Encaje de Castilla y Leon, museu de renda situado em Tordesilhas. O encontro, que tambem comemora os 30 anos do Museu de Renda de Tordesilhas tem como tema os ‘’Soles’’ ou Renda Sol, técnica de renda de agulha que  e uma das rendas emblemáticas da região espanhola.
                           O Museu de Renda e uma instituição privada que nasceu do sonho da Sra. Natividad Villoldo Diaz de recuperar as rendas dos séculos XVI e XVII que se encontravam quase completamente extintas. Hoje reúne um acervo único com cerca de 30.000 peças onde tem destaque as rendas históricas do  Século de Ouro da Espanha.
Os Soles ou Renda Sol, técnica que teve seu auge nos Sec. XVI e XVII, são ancestrais das rendas de trama radial que chegaram a América. Aqui adquiriram características variadas conforme a região em que se aculturaram. O Nanduti do Paraguai, assim como o Nhanduti brasileiro e a Renda Tenerife que encontramos de Sul ao norte do Continente Americano, entre outras, derivam deles.
                          Demonstrando ser verdadeiro elo entre culturas e povos, a técnica e o tema central do Congresso que, no dia 27, traz uma palestra sobre os “’Soles de Salamanca e Astorga”  feita pela Sra. Natividad Villoldo, provavelmente a maior conhecedora da técnica hoje, trazendo no mesmo dia a fala da ativista cultural Elizabeth Correa que aborda os Soles da America Latina e do Brasil.
                           Elizabeth Correa e fundadora do ‘’Nhanduti de Atibaia’’, Coletivo e Ponto de Cultura que desde 2004-2005 se dedica a pesquisa, resgate e promoção do Nhanduti ou Renda Tenerife, renda artesanal que foi atividade importante economicamente em S.Paulo, capital e interior, nos anos 1950-60. Aliás esse tambem e o conteúdo do artigo da estudiosa brasileira da revista El Husano n.38 cujo lancamento ocorre no Congresso e que tambem está dedicado ao tema ‘’Soles’’.

                          Durante o Congresso, acontece ainda a mostra ‘’Encaje de Soles” que, alem de contar com peças do acervo do Museu del Encaje, contará com “Soles” da América Latina, peças que a pesquisadora brasileira levou especialmente para o evento. Elizabeth Correa ainda dará um curso de 18 horas da técnica brasileira de fazer a Renda Nhanduti ou Tenerife.

Programa do Congresso

8 de mai. de 2019

525 anos da assinatura do Tratado de Tordesilhas




A comemoração do 525 º aniversário da assinatura do Tratado de Tordesillas será o evento cultural, social e turístico do ano na cidade de Tordesilhas, Valladolid, Espanha, a ser realizada nos dias  7, 8 e 9 de junho próximo. Além de recepcionar cerca de 25.000 visitantes que são esperados para o evento, o ministro da Cultura e Desportos em exercício, José Guirao, juntamente com o Secretário-Geral da Secretaria-Geral Ibero-Americana (SEGIB), Rebeca Grynspan, abrirão no dia 7, sexta-feira, a exposição que mostrará o documento original dTratado de Tordesillas.

Este documento é o único Património Nacional guardado no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa e está inscrito no Registro da Memória do Mundial da UNESCO desde Junho de 2007.

As Casas do Tratado (e a vizinha Igreja de Santa Maria), local de assinatura do acordo entre as duas coroas e que abriga hoje o museu

O Tratado de Tordesilhas é um documento assinado em 1494 pelo Rei Juan II de Portugal e os Reis Católicos da Espanha, um acordo entre as duas coroas que 
 colocou um fim temporário às rivalidades entre Castela e Portugal para alcançar a hegemonia sobre a rota comercial através do Atlântico. 

O significado e impacto histórico do Tratado de Tordesillas era desconhecido na época de sua assinatura pelos próprios signatários. Ele dividia entre os dois reinos um mundo que então ainda não era conhecido pelos europeus, já que Colombo, em sua segunda viagem (que coincidiu com a realização do Tratado) ainda não havia chegado às costas do Novo Continente.

11 de dez. de 2018

Série "Iniciativas que valem"

A revolução será bordada

iniciativa: BORDADO EMPODERADO




Bordados de temática feminista, com um toque de humor, política e autoconhecimento, estão nas paredes do Obra Café, em Porto Alegre/RS (Av. Osvaldo Aranha, 426) desde 29 de novembro passado e fica em exibição até o dia 5 de janeiro de 2019.

A mostra "A revolução será bordada" é a primeira exposição individual da artista têxtil e fotógrafa Bruna Antunes. No local estão exibidas peças recentes e obras de acervo produzidas a partir de 2017, usando bordado e aquarela em tecido. As peças são criações próprias, mas alguns bordados possuem ilustrações de outras artistas, como Juliana Mota, Isadora Jacoby, Sharisy Pezzy e Élin Godois. 

Bruna Antunes é a criadora do "Bordado Empoderado", um projeto que desde 2016 ensina a arte do bordado através de cursos, palestras, colaboração com ONGs e grupos de mulheres, além de parcerias com marcas.


+info: http://mapeandopoa.com.br/bordado-empoderado/

fonte: https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cultura/2018/11/658428-bordados-feministas-sao-tema-de-exposicao-no-obra-cafe.html

11 de fev. de 2018

ESPAÇO NHANDUTI DE ATIBAIA



Depois de mais de uma década de pesquisa e dedicação à Renda Tenerife estamos abrindo nosso atelier em Atibaia para receber nossos amigos e seguidores e quem quiser conhecer um pouco de nosso trabalho.

Também queremos patrocinar alguns cursos ou oficinas na região, tanto de renda artesanal como de outras técnicas e estamos começando com uma 

OFICINA DE BORDADO CRIATIVO 

dia 16/março

SONIA BIANCO

Uma oficina de um dia (manhã e tarde) em que SONIA BIANCO nos introduz em três técnicas  diferentes para com elas, a aquarela sobre o linho, depois a feltragem e o bordado, abrir as portas da  criatividade e deixar fluir as imagens na execução do trabalho com linhas e pontos...
Fale conosco para mais informações pelo ehc.correa@gmail.com ou pelo F:(11)999 423 818.

5 de jun. de 2017

LACE IN FASHION



Resultado de dois anos de trabalho catalogando o acervo do Museu da Moda de Bath, Reino Unido, a exposição RENDA NA MODA (LACE IN FASHION) tem peças que vão do séc. XVI até hoje.

O site tem ainda uma brincadeira que possibilita a gente criar nossa própria renda graficamente e salvá-la no site como n/contribuição. Vá lá:



7 de mai. de 2017

A WEAVING CIVILIZATION: THE ANDES




A great wealth of information about precolombino cultures.


LAS TEJEDORAS- Cultura Chancay

LOS ANDES: LA CIVILIZACIÓN DEL TEJIDO
Siglos antes de la conquista hispana, el tejido había alcanzado en los Andes una perfección y diversidad que superaba a la textilería europea de la época.
Fue un Arte Mayor, un oficio que entre los inkas se desarrolló en talleres especializados con productos de diversa calidad según los requerimientos del Imperio.
El textil andino, además de su función de abrigo, fue signo de cultura y de identidad, ya que los ancestros míticos les asignaron a los pueblos determinadas vestimentas para distinguirse.
Mantas, túnicas, vestidos, fajas y tocados, eran un recurso simbólico para significar diferencias étnicas, de rango y de ocupación en la sociedad andina.
El tejido más sofisticado fue también un bien preciado que combinaba el deseo de ostentación y lujo, con la necesidad de distinguirse de los demás.
El tejido se instaló en todas las esferas de la cultura andina.
Algunas tapicerías y extensas telas pintadas cubrieron muros de templos y palacios, junto a delicadas y transparentes gasas y tejidos reticulados.
Muchos textiles se destinaron al intercambio en alianzas políticas, para el culto y ofrenda a las deidades, o como envoltorio de fardos funerarios, dispuestos unos sobre otros, en una reiterada opulencia de texturas, colores y símbolos.
Con el mismo esmero se tejía toda clase de artefactos de uso cotidiano, entre ellas, redes de pesca, bolsas, balanzas y hasta instrumentos de contabilidad, como el quipu.
Una destacada expresión textil son las esculturas tejidas, que reflejan un momento cúlmine en la exploración de las potencialidades de este arte prehispánico.
GAZA - Cultura Chancay

 THE ANDES: A WEAVING CIVILIZATION
Centuries before the Spanish conquest, weaving in the Andes had reached a level of perfection and diversity that surpassed that of European textiles produced in the same period.
Textile making here was High Art, a skilled trade among the Inka that was practiced in special workshops, where items of different quality were produced to suit the empire’s requirements.
More than just items to protect people from the elements, Andean textiles signified culture and identity, as the mythical ancestors had handed down distinctive garments to each group to differentiate them. Blankets, tunics, skirts, sashes and headdresses were symbolic resources used to signify ethnic group, status and occupation in broader Andean society.
The most sophisticated textiles were also highly prized goods that combined a desire for lavish sumptuary display with the need to differentiate oneself from others.
Textiles permeated all spheres of Andean culture. Tapestries and large painted cloths covered the walls of temples and palaces, together with fine, transparent gauzy fabrics and reticulated woven cloth. Many textiles were produced as exchange goods used to forge political alliances, others for religious purposes and as offerings to the deities, still others to wrap the bodies of the dead in funerary bundles in a multi-layered display of textures, colors and symbols.
The same care was used to weave all kinds of artifacts for everyday use, including fishing nets, bags, weight scales and even instruments of accounting, such as the quipu.

One outstanding textile expression is found in woven sculptures, which reflect a high point in the exploration of the potential of this pre-Hispanic art form.

TAPIZ - Cultura Chancay

28 de fev. de 2017

30 de out. de 2016

Adornos do Brasil Indígena: resistências contemporâneas




A partir de um conjunto de artefatos, fotos e filmes representativos de diferentes etnias indígenas que constituem o acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, a mostra pretende apresentar o “adorno” como um elemento singular e representativo de múltiplas formas e expressões de resistências das comunidades indígenas, por meio de interlocuções entre as expressões culturais destas sociedades e a produção de arte contemporânea, no contexto dos embates da sociedade nacional. 

Estão representadas na exposição expressões culturais indígenas contemporâneas de várias regiões do território brasileiro, tais como: Waurá (MT), Suyá (MT), Krahô (TO), Rikbaktsa (MT), Bororo (MT), Guarani (SP), Kayapó-Xikrin (PA), Kaxinauá (AC) e Karajá (GO), como também vestígios arqueológicos da Amazônia e São Paulo. 

Exibindo obras já existentes – entre icônicas e pouco vistas – e outras inéditas, a exposição conta ainda com a participação de Ailton Krenak, Anna Bella Geiger, Bené Fonteles, Carlos Vergara, Claudia Andujar, Delson Uchôa, Fred Jordão, Lygia Pape, Nunca, Paulo Nazareth e Thiago Martins de Melo. 

Curadoria: Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e Moacir dos Anjos.




Sesc Pinheiros
R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05424-150
tel.: (11) 3095-9400

fonte: http://www.sescsp.org.br/programacao/103709_ADORNOS+DO+BRASIL+INDIGENA+RESISTENCIAS+CONTEMPORANEAS#/content=saiba-mais
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