9 de jun de 2018

Parceria com THE LACE MUSEUM de Sunnyvale, Califórnia.


Parceria  com THE LACE MUSEUM de Sunnyvale. 
Vamos publicar no nosso site MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE as peças do acervo de Renda de Trama Radial desse museu que fica perto de São Francisco, Califórnia. 
Começamos magistralmente dia 08 de junho: a peça é um duas peças, saia e blusa, do final dos 1800 todo em Renda Tenerife. 
Visite o MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE e veja o ítem do acervo do The Lace Museum
http://nhandutimuseuvirtual.blogspot.com/

Clique para acessar The Lace Museum


8 de jun de 2018







A partir do dia 9 de junho, o Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera recebe a exposição Bancos Indígenas do Brasil, que apresenta, com entrada gratuita, cerca de 70 peças da coleção BEI. Os bancos foram produzidos por povos de várias regiões do alto e baixo Xingu, sul da Amazônia, Centro-Oeste, norte do Pará e noroeste amazônico. 

A mostra, cuja expografia ficou a cargo da designer Claudia Moreira Salles e do arquiteto Eiji Hayakawa, revela a sofisticação e a importância cultural dos bancos: alguns são zoomórficos, representando animais da fauna brasileira; outros são assentos mais convencionais, lixados com esmero, decorados com grafismos traçados com pigmentos naturais ou com entalhes. Em todos, os aspectos utilitários e decorativos conciliam-se com a dimensão simbólica, de forma que as peças espelham o universo cultural, os mitos e a cosmologia das etnias que as fabricam. 


EXPOSIÇÃO BANCOS INDIGENAS DO BRASIL
9 de junho a 5 de agosto
Acesso: Portão 3 e 10 – Av. Pedro Álvares Cabral
Funcionamento: quarta, sábado, domingo e feriado
Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h
Tel: (11) 5081-7296 e 3208-1755
Entrada Gratuita.

22 de mai de 2018

Tecelagem de Trama Radial: arte de Alejandra Peña Gil





Tapiz inspirado en ñanduti diseñado por Alejandra para el Restaurant Pani em Asunción, Paraguay. Hecho con colaboración de Elsa Maricevich y Athos.






21 de mai de 2018


Meghan fez um tributo aos 53 países da União  Europeia nos 5 metros de seu véu  do casamento coom o Príncipe  Harry, em que o bordado representou as flores dos países integrantes  da União Européia. Meghan incorporou mais duas flores com significado pessoal no bordado feito à mão pela Casa Givenchy: Wintersweet (Chimonanthus praecox) que nasce em  Nottingham Cottage, sua casa com o Príncipes  Harry, e California Poppy (Eschscholzia californica), flor do seu local de nascimento.


14 de mai de 2018

El Museo del Encaje y Centro Didáctico de Castilla y León





El Museo y Centro Didáctico del Encaje de Castilla y León

El Museo del Encaje de Castilla y León surgió de la inquietud por restituir los encajes históricos de esta región, que estaban en fase de extinción.La tarea fundamental del Museo del Encaje es la de mostrar aquellos encajes que tuvieron gran relevancia en otras épocas y que cayeron en el olvido, concienciando a la vez de lo importantes que fueron y son para la cultura tradicional de Castilla y León.
fonte: http://www.museoencaje.com

10 de mai de 2018

Frivolitas: um projeto sustentável com a técnica da Renda Tenerife ou Nhanduti



Quixeramobim, Ceará, possui um programa desenvolvido com a associação de artesãos em que módulos da Renda Tenerife – que chamam Nhanduti – são aplicados em sapatos artesanais. Além de trabalhar com a técnica da tecelagem, os sapatos são feitos com descarte de uma fábrica de calçados da cidade. 
A técnica de tecer foi levada para a cidade em 2015 por uma senhora originária do Estado de São Paulo.

8 de mai de 2018

Roda de Conversa

Renda ou bordado

Andamos atormentadas por esse dilema ! (😉)

Por isso estamos organizando as Rodas de Conversa ....

Aguarde!

 ... no ATELIER NHANDUTI !



..."chicken scratch ~ depression lace ~ snowflake embroidery or embroidery worked on gingham fabric"..early to mid19th century...
fonte: Facebook - John Cannell

28 de abr de 2018

Ronaldo Fraga: A moda tem que ter propósito, assim como a vida.”

A roupa de Ronaldo Fraga nunca é só roupa. O estilista mineiro traz sempre significados ora políticos, ora sociais às suas criações, transformando os desfiles em manifestos. Desta vez, Ronaldo jogou luz à maior tragédia ambiental da história do Brasil: o rompimento da barragem de Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015. Com uma mensagem de reconstrução e resistência, ele se uniu a bordadeiras da região de Barra Longa, devastada pelo acidente, para desenvolver as peças da coleção apresentada na São Paulo Fashion Week (SPFW).


                             Pioneiro em desenvolver parcerias com comunidades artesãs para a produção de suas roupas, Fraga critica, em entrevista à BBC Brasil, o que vê como preconceito com os produtos artesanais nacionais. "O artesanato brasileiro é visto como coisa de pobre, feito para comprar para ajudar gente pobre", diz.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
BBC Brasil - Sua nova coleção traz trabalhos das bordadeiras da região de Barra Longa, atingida diretamente pela tragédia em Mariana (em 2015, o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco inundou de lama diversas comunidades da cidade mineira). Há uma preocupação de que esse ofício se perca nesse local? Qual seu objetivo com isso?
Ronaldo Fraga - Gerar emprego e renda com reafirmação e apropriação cultural. É isso que faz com que mantenha-se o corpo e a musculatura do saber. E mais: que estimule a geração que está por vir a enxergar isso como valor.
Modelo do desfile de FragaDireito de imagemMARCELO SOUBHIA / FOTOSITE
Image captionModelo do desfile de Fraga: 'O que interessa é a moda ser entendida como cultura - isso é indiscutível', diz estilista
BBC Brasil - Mas o artesanato brasileiro é visto dessa forma pela nossa sociedade? Há algum tipo de preconceito?
Fraga - Claro. Há muito preconceito do brasileiro com nosso artesanato. O artesanato brasileiro é visto como coisa de pobre, feito para comprar para ajudar gente pobre. As pessoas não têm a educação, o saber e a boa vontade para poder ter o mínimo de esforço em enxergar a ancestralidade, a formação de um povo ali. Isso é muito característico de um país colonizado, porque eternamente vai achar uma renda europeia infinitamente mais bonita do que uma renda brasileira, quando essa renda brasileira conta a história desse povo.
Esse bordado de Barra Lagoa por exemplo, ele veio para o Brasil através dos portugueses no século 18, nos áureos tempos (das cidades mineiras) de Mariana e Ouro Preto. E Barra Lagoa era o polo dessa produção. Após essa tragédia ambiental nós corremos o risco de uma tragédia cultural porque, estigmatizadas, essas pessoas estão largando suas terras, mudando de cidade. Corremos o risco de esse saber desaparecer. Então é preciso que as novas gerações entendam esse valor.
fonte: BBC BRASIL