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2 de jan. de 2019

Soles brasileños: apuntes para su história. Palestra na Jornada Internacional das Rosetas Canárias


 
As JORNADAS INTERNACIONAIS "ROSETA DE TENERIFE" aconteceram em novembro
de 2017 e reuniram Rendeiros e Rendeiras dos diversos países em que são
praticadas as Rendas de Trama Radial ou Renda Sol que teriam por
ancestral as Rosetas de Tenerife ou Rosetas Canárias, técnica de fazer
renda que a partir das Ilhas Canárias teria se espalhado para várias
partes do mundo.

Convidada para representar o Brasil, Elizabeth Correa, 
do grupo NHANDUTI DE ATIBAIA, se dedica à Renda Tenerife, no
Brasil também conhecida como Nhanduti, desde 2002-2003, estudando e
praticando a técnica com as características que a renda de agulha tomou
no país. É Mestre Rendeira premiada pelo Ministério da Cultura e o
Coletivo Nhanduti de Atibaia foi certificado como Ponto de Cultura.

No Novo Mundo, a técnica é ou foi encontrável
em diversas regiões das Américas, sendo que em cada região em que se
aculturou, adquiriu características próprias, tornando-se um elemento de
ligação entre sociedades e culturas diversas do Continente

10 de mai. de 2018

Frivolitas: um projeto sustentável com a técnica da Renda Tenerife ou Nhanduti



Quixeramobim, Ceará, possui um programa desenvolvido com a associação de artesãos em que módulos da Renda Tenerife – que chamam Nhanduti – são aplicados em sapatos artesanais. Além de trabalhar com a técnica da tecelagem, os sapatos são feitos com descarte de uma fábrica de calçados da cidade. 
A técnica de tecer foi levada para a cidade em 2015 por uma senhora originária do Estado de São Paulo.

5 de dez. de 2015

16 de abr. de 2015

RENDA-SE: A CASA NA CASA NOVA!

A CASA MUSEU DO OBJETO BRASILEIRO inaugura sua casa nova com RENDA-SE.


ZUZU ANGEL










Renata Mellão, em parceria com o curador Dudu Bertholini, apresenta a exposição RENDA-SE, com a participação de designers de moda e comunidades rendeiras de vários estados no Brasil.
Em RENDA-SE, estilistas brasileiros e marcas em parceria com comunidades tradicionais rendeiras apresentam criações únicas. Walter Rodrigues se junta mais uma vez à Associação das Rendeiras de Morros da Mariana, com a Renda de Bilro, de Parnaíba, Piauí; Lino Villaventura trabalha a Renda Filé com Perpétua Martins, de Fortaleza, Ceará; a Renda Renascença é utilizada nos trabalhos de Adriana Barra e André Lima com o Clube de Mães de Camalaú, em Camalaú, Paraíba; Amapô e Samuel Cirnansk utilizam a Renda Irlandesa da Associação para o Desenvolvimento da Renda Irlandesa de Divina Pastora, em Divina Pastora, Sergipe; a Renda Labirinto é usada nos trabalhos da Neon/Dudu Bertholini e Rita Comparato e da Huis Clos em parceria com a ONG Caiçara, de Icapuí, Ceará; Liana Bloisi também trabalha a Renda de Bilro no exclusivo ponto “tramoia” com Elita Catarina Ramos, de Florianópolis, Santa Catarina; Martha Medeiros utiliza as Rendas Renascença e Bilro confeccionadas no sertão de Alagoas. 
Outros designers de moda foram convidados para compor a exposição: Ronaldo Fraga e Alexandre Herchcovitch, as marcas Cavalera e Zuzu Angel, cujos trabalhos expostos já pertencem às suas respectivas coleções. Além dos acessórios de Sabrina Chapéus e Christopher Alexander.

29 de mar. de 2015

Rosetas de Tenerife : nossas ancestrais



El Premio Tenerife Rural a la "Conservación del Patrimonio Agrario y de las Tradiciones Rurales" 2009 fue otorgado a Clara Cano Quijada, propuesta por el Ayuntamiento de Vilaflor. Clara Cano nació en Vilaflor hace 87 años. Es reconocida como todo un referente de la artesanía textil en la isla. Comenzó desde niña a elaborar encajes, rosetas y macramé y no ha parado hasta hoy. Ha sido siempre imprescindible en cualquier feria donde estuviera representada la artesanía textil de Tenerife, participando ya en 1975 en ferias en la Península promovidas por el Ministerio de Industria.

11 de nov. de 2012

COMO FAZEMOS ALI E AQUI !


ALI, no interior da Croácia, em Sikirevci , a Renda Sol é feita assim:

foto tirada do site MARINA MOTIVO

Almofada com módulos da renda da Associação de Renda Sol de Sikirevci



AQUI, nós do NHANDUTI DE ATIBAIA fazemos renda sol assim:
foto do acervo PROJETO RENDA SOL
Gola de renda do grupo Nhanduti de Atibaia


29 de abr. de 2012

Renda Tenerife em Sikirevci, Croacia


                                         
                                                Marina do blog MOTIVOS DA MARINA se inspira no mundo ao seu redor para criar novos motivos para a renda tenerife. Assim recriou a "flor de pensamiento" que também existe entre os motivos tradicionais da renda nhanduti no Paraguai.
Motivo criado por Marina fonte: Motivos da Marina



O padrão tradicional:
Padrão resgatado pelo Projeto Renda Sol fonte: Blog Renda Tenerife
fonte: site Nanduti
 




fonte: blog Renda Tenerife



                                                   





pesquisa google imagem "amor-perfeito"

Usando a tradução literal do Google translator,  no Brasil o nome desta flor é "amor-perfeito", que significa amor perfecto em espanhol e maćuhica em croata; no Paraguai o nome da flor é "pensamiento", que significa pensamento em portugues e misao em croata. Como será o nome dela na Croácia? E em outros paises?


google imagens pesquisa "flor de pensamiento"


Marina del blog Temas de Marina http://marinamotivi.blogspot.com.br blog inspirada en el mundo que la rodea he creado nuevos patrones para el encaje tenerife. Así, vuelve a crear la "flor de pensamiento" que también existe entre los motivos tradicionales de ingresos ñandutí del Paraguay. Miremos quanta creatividad y hermosura.
Marina from Marina's patterns http://marinamotivi.blogspot.com.br blog is inspired by the world to create new models for tenerife lace. So he recreated "flower of Pensamiento" which is one of traditional motifs of nanduti lace in Paraguay. Let's see how much creativity and beauty:

22 de abr. de 2012

RENDA DE HVAR

A vila de Hvar está situada na costa sudoeste da ilha de Hvar da qual tornou-se o centro no século XIII. Ao longo da sua história, Hvar teve vários governantes–desde ilírios, romanos, bizantinos até francêses e austríacos, mas foram os venezianos que a governaram o maior período de tempo.
Hvar é caracterizada por uma mistura de estilos arquitetônicos que vão desde o início do gótico até o renascentista, tendo um número representativo de palácios, catedrais, igrejas e mosteiros além de casas. A cidade era protegida por muralhas construídas no século XIII e a praça principal foi pavimentada com pedra em 1573. O teatro da cidade foi construído em 1642 e é o teatro mais antigo da Europa.        
O convento beneditino fundado no século XVII, possui uma valiosa coleção de objetos litúrgicos, paramentos e uma coleção etnográfica. Hvar produziu figuras ilustres onde se incluem os poetas aristocratas Hanibal Lucić, autor de "Robinja", de 1568, a primeira peça secular na literatura croata, e Petar Hektorović, considerado um "homem do renascimento" autor do poema épico "Ribanje eu ribarsko prigovaranje" (Fishing and Fishermen’s Talk”) de 1556. Hvar, que tem uma população de 13.000 e é o centro administrativo e cultural da ilha, tem como principal indústria hoje o turismo.

RENDAS DE ALOE

Hvar é um dos três principais centros que incentiva a renda tradicional. A atividade da renda Croácia tem um caminho ligeiramente diferente do resto da Europa. Embora ligada, nos seus primórdios, ao clero e à nobreza, a atividade artesanal se fortaleceu como parte do património etnográfico relacionado à população rural, onde pode ser encontrada como parte do seu artesanato têxtil, tradicionalmente destinada ao vestuário feminino mas também utilizada na decoração e na roupa de cama. 
 A renda de Hvar, tecida com fibra feita a partir da aloe vera pelas freiras do convento beneditino da vila é a mais jovem das tradições da Croácia. O convento foi fundado em 1664 mas diz a lenda que a técnica da renda veio das Ilhas Canárias (Tenerife) e está presente desde meados do séc. XIX. A renda é feita com a fibra extraída das folhas da algarve (aloe) que, colhidas em determinada época do ano, são processadas e produzem um fino fio muito branco. Podemos distinguir nos produtos três tipos de renda: a renda tenerife, a renda turca (tenerifa s mreškanjem) e a renda filé(mreškanje nd okviru).   
A renda tenerife é tecida com agulha comum sobre uma teia feita com os fios de aloe, sem um padrão específico ou design. Cada rendeira utiliza a técnica segundo sua imaginação e criatividade, tornando cada exemplar uma peça única. As rendas de aloé são feitas apenas pelas freiras beneditinas entre as demais atividades de sua vida de clausura, sendo a tradição e a habilidade de tecer a renda restrita ao claustro e às mulheres que vivem nele. 
fonte: http://www.planinarstvo.bloger.hr

Atualmente as rendas de Hvar estão se tornando tanto uma lembrança para as pessoas que visitam a ilha como um presente votivo bastante popular, tendo se tornado não apenas um símbolo de Hvar, mas também um exemplo significativo do patrimonio cultural da Croácia.

tradução livre de http://www.min-kulture.hr  e www.lacecorner.com/hvar/history.aspx



Falamos AQUI sobre as rendas da Croácia declaradas como Patrimonio Cultural da UNESCO com um belo vídeo de todas elas em ingles.

16 de out. de 2011

Agora sao 4 peças similares! Now there are 4 pieces with the same pattern! Ahora son 4 piezas con motivos idénticos!

do acervo do Powerhouse Museu
peça de nosso acervo
peça de Annick Sanjurjo
acervo do The Lace Museum & Guild

Achamos uma quarta peça em renda nhanduti com padronagem similar!
Nesta postagem AQUI mostramos tres peças em renda nhanduti com padronagem similar. Uma peça é do nosso acervo de renda, outra é de Annick Sanjurjo, a terceira toalha localizamos através da web no acervo do The Lace Museum & Guild, situado na California/USA. A quarta peça, que acabamos de conhecer, faz parte do acervo do Powerhouse Museum de Sydney/Austrália, integrando a coleção de téxteis, vestidos e trabalhos de agulha reunidas  por Helen McLeod Crocker, viajante e colecionadora, que esteve no Paraguai em 1977.

Clique AQUI para visitar a postagem com mais detalhes sobre as 3 peças e AQUI para detalhes da 4° peça de renda.
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We find the fourth piece in nanduti lace with similar pattern!
This post HERE show the three pieces we met with similar pattern. One is of our collection, other owned to Annick Sanjurjo and the third is at The Lace Museum & Guild collection, located in California/USA. The fourth piece we know yesterday is at 
Powerhouse Museum , Sidney/Australia. It forms part of a  collection of textiles, dress and needlework by Mrs Helen McLeod Crocker, traveller and collector that went to Paraguay at 1977.

Click HERE to the post about the 3 mats and HERE to know more about the fourth piece.

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Encontramos la cuarta pieza en encaje ñandutí con patrón similar!
Este post AQUI muestra  tres piezas con motivo similar. Una es  parte de nuestra colección, otra es propiedad de Annick Sanjurjo y la tercera es de la colección de The Lace Museum & Guild,  California/USA. Ahora ubicamos una cuarta pieza en lo Powerhouse Museum. Sydney/Australia. Es parte de la colección de textiles, vestidos y costuras reunidos por Helen McLeod Crocker, viajera y coleccionista que estuve en Paraguay em 1977.

Haga clic AQUÍ y visita el post sobre las 3 piezas y AQUI para detales de la cuarta pieza.

26 de jul. de 2011

Are we made of lace? Somos feitos de renda?


"Quando eu faço rendas, estou totalmente em paz e em sincronia com meu ritmo interior. É como se existisse um significado profundo nisso. Recentemente me deparei com imagens de um microscópio eletrônico e foi como encontrar a peça que faltava neste quebra-cabeça. As imagens das estruturas celulares parecem rendas. Plantas, plâncton do mar, os seres humanos … a renda primordial que não pode ser vista a olho nu mas está em tudo."
Are we made of lace? de Lenka Suchanek
Muitos associam renda com toalhinhas cheias de poeira porém a Exposição Love Lace, que será aberta no dia 30 próximo no Powerhouse Museum em Sidney, Austrália, mostra que podemos associar renda com experimentação de ponta.

"Vai haver um monte de pessoas dizendo que isso não é renda de verdade", diz o curador da mostra, Lindie Ward, "Mas eu estou olhando as rendas em termos de suas qualidades gráficas e como se joga com o espaço preenchido e o vazio ... Quando se projetou a renda nos séculos XV e XVI o que estava sendo feito era um produto contemporâneo, um design excitante ... Eu estou tentando ampliar a idéia das pessoas sobre o que se pode fazer com essa maravilhosa técnica."

Joalheiros, artistas, arquitetos e designers de moda apresentaram obras feitas de fios de algodão, aço, papel ... . Algumas obras atá usam as técnica tradicionais, mas têm pouca semelhança com os trabalhos de renda à moda antiga.
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Conheça a LACE LOVE EXHIBITION clicando AQUI  
e o site da exposição AQUI

Já mostramos peças em renda nhanduti do acervo do Powerhouse Museum. Veja AQUI
fonte: http://www.brisbanetimes.com.au/entertainment/art-and-design/hello-doily-20110721-1hper.html

1 de jul. de 2011

OUTRAS PRÁTICAS: BORDAR SÃO PAULO

A oficina “Bordar São Paulo - Um retalho de nossa cidade” é uma atividade da Casa de Dona Yayá, Centro de Preservação Cultural da Universidade de S.Paulo- USP, e propõe a criação de imagens pela arte do bordado resultando num painel produzido coletivamente que expresse as vivências e lembranças dos moradores, trabalhadores e frequentadores do bairro do Bixiga. 
Juntamente com trabalhos de grupos de bordados que vêm se formando na cidade, o painel coletivo ficará exposto para apreciação do público na Casa de Dona Yayá do início de agosto até 09 de setembro de 2011.
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Para saber mais, clique AQUI.

26 de mai. de 2011

Encontramos na net

"..................
Estudando um pouquinho mais o figurino de Cordel Encantado (novela da TV Globo) descobri esta saia feita através de uma técnica chamada Nhanduti.
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A renda Nhanduti ou Tenerife é uma categoria de renda difundida nos países latino americanos pela dominação espanhola e que teria alcançado o Brasil especialmente através do Paraguai. 
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A origem do nhanduti, diz a lenda, está ligada a uma inconsolável indígena cujo amado desapareceu no dia do casamento. Ao achá-lo morto na selva fechada, ela se abraçou ao seu corpo, velando-o toda a noite. Ao amanhecer, a luz do sol mostrou que o guerreiro morto estava coberto por um belo manto de teias tecido pelas aranhas. A noiva buscou fios e agulhas e, copiando o trabalho das aranhas, teceu para o amado uma deslumbrante mortalha, criando a primeira peça de nhanduti.
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Uma trama radial é montada pela rendeira sobre um bastidor onde o desenho final vai se definindo conforme a variação de pontos básicos executados sobre ela. É conhecida também por renda do sol porque os vários motivos são tecidos sobre a trama que parte de um centro, assemelhando-se a uma teia de aranha, que é o significado do seu nome paraguaio (na língua guarani), “ñanduti”. Um grupo de pessoas se reuniu durante 3 meses no APA – Espaço Cultural para somar experiências e o conhecimento de cada um, resgatar e não deixar morrer a arte da renda Nhanduti.
..................."


Nosso comentário:
Cris Vieira no delicioso blog Diário do Figurino descobriu uma saia da personagem da novela feita em nhanduti ou renda tenerife. Como vemos na foto, feita com módulos grandes, sextavados e com linha grossa (provavelmente linha Clea). Exatamente da forma como fazíamos no início de nossa pesquisa sobre a técnica. 
E os parágrafos acima, com exceção do primeiro, também são da fase inicial da nossa pesquisa. O grupo e a proposta do NHANDUTI DE ATIBAIA começou exatamente dessa forma em 2005, quando reunimos  interessados e interessadas algumas tardes de sábados na APA-Associação dos Artesãos de Atibaia para, juntos, descobrirmos como era feita a tecelagem já praticamente esquecida. O texto da lenda do nhanduti desde então e até hoje está na web (AQUI) e já ilustrou muitos comentários sobre a renda, o que continua a nos orgulhar, especialmente quando olhamos nosso caminho e aonde nossa pesquisa nos levou. Chegamos à renda sol, como a renda era feita e conhecida no início do Sec.XX.

Saiba mais sobre o projeto RENDA SOL
clicando AQUI.
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toalha de bandeja renda sol
toalha de bandeja (fio Cléa)
Clique sobre as fotos para aumentá-las e ver as diferenças e as possibilidades da  técnica.

24 de abr. de 2011

6 de mar. de 2011

Toalha de Renda Sol (HM Antique Vtg TENERIFE LACE Tablecloth *COLLAR SHAWL*)


"Antique hand made Tenerife bobbin lace tablecloth in a rich cream... With options being limited only by one's imagination, this airy panel fashioned of linen or metis, is displayed as a possible small collar cape or scarf, and features an open floral geometric motif with radiating starbursts... Circular-shape, measures ~38in across, and finished off with a deeply scalloped edge all around.  Unlaundered, and in overall very good condition, with age discoloration, few spots, and a rare broken bride.  Otherwise, no other issues noted.

O texto acima, do vendedor da E-bay, informa que a peça é de renda de bilro. Eu diria que se trata de uma bela toalha em renda sol, que ele propõe que também pode ser usada como xale. Repare como todos os módulos são circulares!


 El texto anterior de la tienda E-bay, informa que el encaje es encaje de bolillos. Yo diría que se trata de un hormoso pañuelo en encaje sol. Se propone que también se puede utilizar como un chal. Nótese como todos los módulos son todos circulares!

Mais detalhes clique AQUI.

16 de jan. de 2011

*MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE*


Ao longo desses anos algumas pessoas nos mostraram peças da renda tenerife ou nhanduti que  encontraram numa gaveta ou baú, geralmente do enxoval da mãe ou avó. Pensando em ter acesso e  dar acesso dessas rendas a interessados e interessadas sem  que as pessoas tenham que se desfazer delas, estamos propondo a montagem de um acervo virtual.
O MUSEU VIRTUAL DA RENDA TENERIFE propõe a realização de um acervo colaborativo em que a própria pessoa se torna co-autor do blog,  fazendo a postagem com a foto de sua peça antiga, compartilhando com todos nós, interessados e rendeiras, a renda que possui sem ter que se desfazer dela.   
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Clique AQUI e acesse.

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Nhanduti de Atibaia