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7 de ago. de 2011

Sol Lace versus Spider Web

renda sol de Hvar

spider web de Pag


Pelo menos três rendas tradicionais resistem na Croácia, concentradas nas cidades de Pag, no Adriático, Lepoglava, no norte da Croácia e em Hvar, na ilha do mesmo nome situada na Dalmácia. A renda de agulha de Pag era originalmente usada para fazer vestes eclesiásticas, toalhas de mesa e enfeites para o vestuário. É feita decorando-se uma base com formato de teia de aranha com filigranas e motivos geométricos e hoje é ensinada pelas senhoras mais velhas que oferecem cursos com um ano de duração. A renda de bilro de Lepoglava é trançada com linhas que são enroladas em bilros e frequentemente é usada para confeccionar as fitas para os trajes folclóricos ou para ser vendida nas aldeias. Todo anos o Festival Internacional de Renda de Lepoglava celebra a arte. A renda de Aloe é feita apenas na Croácia pelas monjas beneditinas, na cidade de Hvar. Muito fina, os fios brancos são obtidos a partir da polpa das folhas aloe vera e é tecida utilizando-se vários pontos, entre eles o ponto de nós de rede (e o tenerife, como podemos ver nas fotos do site e o texto do video - n/comentário). Estas rendas tornaram-se um símbolo de Hvar. Essas rendas foram desenvolvidos pelas mulheres da área rural como fonte de renda complementar e deixaram uma marca permanente na cultura da região. O ofício produz tanto um elemento importante da roupa tradicional como é, em si, o testemunho de uma tradição cultural viva. (tradução livre)

fonte: Lacemaking in Croatia UNESCO: Representative List of the Intangible Cultural Heritage of Humanity - 2009

Por lo menos tres tradiciones de encaje persisten hoy en Croacia centradas en las ciudades de Pag en el Adriático, Lepoglava en el norte de Croacia y Hvar, en la isla de Dalmacia del mismo nombre. El encaje ad aguja de Pag se utilizó originalmente para hacer  vestes eclesiásticas, manteles y adornos para la ropa. El proceso consiste en embellecer un patrón de tela de araña con motivos geométricos y se transmite hoy por las mujeres mayores que ofrecen cursos de un año de duración. El encaje de bolillos de Lepoglava es hecho con hilos trenzados en husos o bobinas, y se utiliza a menudo para hacer cintas de encaje para los trajes típicos o se vende en las ferias de lo pueblo. Lo Festival Internacional de Encaje de Lepoglava celebra el arte cada año. El encaje de Aloe está hecho en Croacia sólo por las monjas benedictinas de la ciudad de Hvar. Hilos delgados y blancos se obtienen de las hojas de aloe vera y tejidos en un modelo de red o de otro tipo de punto sobre un cartón de fondo. Las piezas resultantes son un símbolo de Hvar. Cada variedad de encajes ha sido creado por mujeres del medio rural como una fuente de ingresos adicionales y ha dejado una marca permanente en la cultura de su región. La artesania produce un componente importante de los trajes tradicionales y es en si mismo aún un testimonio de una tradición cultural viva.

26 de jul. de 2011

Are we made of lace? Somos feitos de renda?


"Quando eu faço rendas, estou totalmente em paz e em sincronia com meu ritmo interior. É como se existisse um significado profundo nisso. Recentemente me deparei com imagens de um microscópio eletrônico e foi como encontrar a peça que faltava neste quebra-cabeça. As imagens das estruturas celulares parecem rendas. Plantas, plâncton do mar, os seres humanos … a renda primordial que não pode ser vista a olho nu mas está em tudo."
Are we made of lace? de Lenka Suchanek
Muitos associam renda com toalhinhas cheias de poeira porém a Exposição Love Lace, que será aberta no dia 30 próximo no Powerhouse Museum em Sidney, Austrália, mostra que podemos associar renda com experimentação de ponta.

"Vai haver um monte de pessoas dizendo que isso não é renda de verdade", diz o curador da mostra, Lindie Ward, "Mas eu estou olhando as rendas em termos de suas qualidades gráficas e como se joga com o espaço preenchido e o vazio ... Quando se projetou a renda nos séculos XV e XVI o que estava sendo feito era um produto contemporâneo, um design excitante ... Eu estou tentando ampliar a idéia das pessoas sobre o que se pode fazer com essa maravilhosa técnica."

Joalheiros, artistas, arquitetos e designers de moda apresentaram obras feitas de fios de algodão, aço, papel ... . Algumas obras atá usam as técnica tradicionais, mas têm pouca semelhança com os trabalhos de renda à moda antiga.
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Conheça a LACE LOVE EXHIBITION clicando AQUI  
e o site da exposição AQUI

Já mostramos peças em renda nhanduti do acervo do Powerhouse Museum. Veja AQUI
fonte: http://www.brisbanetimes.com.au/entertainment/art-and-design/hello-doily-20110721-1hper.html

26 de mai. de 2011

Encontramos na net

"..................
Estudando um pouquinho mais o figurino de Cordel Encantado (novela da TV Globo) descobri esta saia feita através de uma técnica chamada Nhanduti.
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A renda Nhanduti ou Tenerife é uma categoria de renda difundida nos países latino americanos pela dominação espanhola e que teria alcançado o Brasil especialmente através do Paraguai. 
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A origem do nhanduti, diz a lenda, está ligada a uma inconsolável indígena cujo amado desapareceu no dia do casamento. Ao achá-lo morto na selva fechada, ela se abraçou ao seu corpo, velando-o toda a noite. Ao amanhecer, a luz do sol mostrou que o guerreiro morto estava coberto por um belo manto de teias tecido pelas aranhas. A noiva buscou fios e agulhas e, copiando o trabalho das aranhas, teceu para o amado uma deslumbrante mortalha, criando a primeira peça de nhanduti.
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Uma trama radial é montada pela rendeira sobre um bastidor onde o desenho final vai se definindo conforme a variação de pontos básicos executados sobre ela. É conhecida também por renda do sol porque os vários motivos são tecidos sobre a trama que parte de um centro, assemelhando-se a uma teia de aranha, que é o significado do seu nome paraguaio (na língua guarani), “ñanduti”. Um grupo de pessoas se reuniu durante 3 meses no APA – Espaço Cultural para somar experiências e o conhecimento de cada um, resgatar e não deixar morrer a arte da renda Nhanduti.
..................."


Nosso comentário:
Cris Vieira no delicioso blog Diário do Figurino descobriu uma saia da personagem da novela feita em nhanduti ou renda tenerife. Como vemos na foto, feita com módulos grandes, sextavados e com linha grossa (provavelmente linha Clea). Exatamente da forma como fazíamos no início de nossa pesquisa sobre a técnica. 
E os parágrafos acima, com exceção do primeiro, também são da fase inicial da nossa pesquisa. O grupo e a proposta do NHANDUTI DE ATIBAIA começou exatamente dessa forma em 2005, quando reunimos  interessados e interessadas algumas tardes de sábados na APA-Associação dos Artesãos de Atibaia para, juntos, descobrirmos como era feita a tecelagem já praticamente esquecida. O texto da lenda do nhanduti desde então e até hoje está na web (AQUI) e já ilustrou muitos comentários sobre a renda, o que continua a nos orgulhar, especialmente quando olhamos nosso caminho e aonde nossa pesquisa nos levou. Chegamos à renda sol, como a renda era feita e conhecida no início do Sec.XX.

Saiba mais sobre o projeto RENDA SOL
clicando AQUI.
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toalha de bandeja renda sol
toalha de bandeja (fio Cléa)
Clique sobre as fotos para aumentá-las e ver as diferenças e as possibilidades da  técnica.

8 de mai. de 2011

OUTRAS PRÁTICAS


Luisa Ferreira é artista plástica e utiliza a cultura e o imaginário da tradição

zuliana em sua obra. A Zulia é o Estado (Departamento ou Provincia) da Venezuela em que se situa a cidade de Maracaibo, na margem do grande lago do mesmo nome.
Os soles de Maracaibo (dos quais falei AQUI) e a sua forma de tecelagem estão presentes na obra da artista.  
Conheça seu blog clicando AQUI.



AQUI v. acessa um artigo sobre as várias
tecelagens da Venezuela

21 de out. de 2010

QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO




QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO N.2 é o nome da n/peça em renda sol exposta na mostra 2° PREMIO OBJETO BRASILEIRO n'A CASA - Museu do Objeto Brasileiro, Rua Cunha Gago 807, Pinheiros, S.Paulo/SP.
Cada módulo tem um motivo diferente cujo nome  foi arrolado no INDEX abaixo, com histórico  e indicando-se da fonte da informação recolhida.



INDEX 
Módulo 1 – FLOR DE 8 PÉTALAS (Kliot, pg 95)
Variação de flor com 8 pétalas em ponto cheio de forte inspiração geométrica
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Módulo 2 - ALFAJOR (ARAPAHO JOVÁI) (Sanjurjo, pg. 173; González, pg 120)
- “Arapho” é uma guaranização da palavra alfajor, uma espécie de pasteizinhos doces de polvilho de mandioca. O motivo se apresenta com diversas variações. Neste desenho a imagem do alfajor se repete nos espaços concêntricos
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Módulo 3 - AMOR PERFEITO (FLOR DE PENSAMIENTO) (Sanjurjo, pg. 215; FPI-Ñanduti, pg 17, González, pg 131)
O amor-perfeito é cultivado no Paraguai como ornamental. O motivo se caracteriza por 4 grupos de fios elaborados só com ponto tecido
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Módulos 4  16  18  19 - MARGARIDA (MARGARIDA POTY) (Sanjurjo pg. 204)
É um padrão muito antigo e tanto pode ter seis ou oito pétalas.  No caso dos módulos, estão combinadas com outros adornos como o barrado, a corrente (cadena) e ainda os kurusu, uma guaranização da palavra espanhola cruz, que são vistos em grande variedade de aplicações e tamanhos, como para encher espaços vazios criados pelo desenho
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 Módulo 5 - CORRENTE (CADENA) (Sanjurjo pg. 179)
Caracteríza este motivo o fato de os elos da corrente estarem entrelaçados
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Módulo 6 - TORRE (Sanjurjo pg. 224)
Conhecida também por torre po’i, aparece aqui adornado com kurusu’i (cruzetinha)
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Módulo 7 - RAMO DE ALECRIM (RAMA DE ROMERO)(Sanjurjo, pg. 219; González, pg 117)
O alecrim não é nativodo Paraguai mas é usado lá como condimento ou planta medicinal. É um motivo muito tradicional
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Módulo 8 - FLOR DE JASMIM ou ESTRELA DE QUATRO PONTAS (JASMIN POTY, ESTRELLA) (FPI-Ñanduti, pg 5; Sanjurjo, pg 192 e 231; González, pg 115)
As tecelãs mais jovens dão a este motivo de 4 pontas o nome de flor de jasmim, mas as mais antigas chamam-no estrela, alegando que o jasmim teria 5 pétalas. Aqui está adornado com um barrado e cruzetinhas (kurusu’i)
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Módulos 9 11 13 - ROSETAS DE VILAFLOR (http://rendatenerife.blogspot.com/2009/09/renda-tenerife-renda-nhanduti-renda-sol.html)
Variações criadas a partir de um padrão das Rosetas de Vilaflor baixado de sitios e blogs sobre Vilaflor de Chasna e das roseteiras de Tenerife
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Módulos 10 12 - MEDALHÃO e CRUZADOS (Kliot, pg 4 e 29)
Aqui o medalhão básico aparece nos centro adornado com carreiras de fios entrecruzados. O módulo n°. 10 aparece aqui com um elemento mais orgânico, uma corrente, além do barrado de fios cruzados
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Módulo 14 - FLOR DE GOIABA (ARASA POTY) (Sanjurjo, pg. 176)
Padrão de Itauguá, as pétalas feitas somente com ponto tecido
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Módulo 15 - CIPÓ (YSYPO, CEJA,) (Sanjurjo, pg. 226, Gonzalez, pg. 122)
Ysypo (liana, cipó ou enredadera) ou tyvytá(ceja-sombrancelha), os nomes deste padrão variam dependendo da geração da rendeira. È muito usado combinado com outros desenhos como, no caso,  adornado com kurusu (cruz)

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Módulo 17 – FLOR DO CARDO (CAÑOTA) (Sanjurjo, pg. 182)
É um padrão que aparece em muitas peças antigas ou como único desenho ou combinado com outros motivos. Sanjuro aponta que não existiu dúvida quanto ao nome do padrão embora não se conhecesse mais seu significado, associando-a então a uma gramínea existente no vocabulário mexicano. Pesquisa do nosso grupo através da web, entretanto, nos indicou aproximação da “cañota” com a família do cardo e como o padrão pode ser lido como uma estilização da FLOR DO CARDO, optamos por adotar o nome em nossos produtos de renda com motivos de flores
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Módulo 20 – PEGADA DE VACA (HUELLA DE VACA) (FPI-Ñanduti, pg 16; Sanjurjo pg. 178, Gonzalez, pg. 113)
Confeccionado com ponto tecido, é um motivo tradicional e muito popular
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Módulo 21 - PÉ DE VACA (PEZUÑA DE VACA) (FPI-Ñanduti, pg 17; Sanjurjo, pg. 216)
Uma variante da pegada de vaca com ponto tecido e nós. No caso, seria meia pegada de vaca
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*  MEDALHÕES (Kliot, pg 4) * 
Complementa a composição da toalha 18 módulos menores, iguais entre si, de pequenos medalhões, o ponto básico da Brazilian Lace, um ponto realizados apenas com nós que possibilita grande variedade de desenhos conforme a divisão das linhas e a distância das carreiras consideradas entre si.


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Fonte:
Teneriffe Lace - Designs and Instructios, 1904, Earl & Co , reproduzido em Teneriffe Lace, de Jules & Kaethe Kliot, Lacis Publications, 1986.
Renda Tenerife ou Nhanduti, pg. 342-354, Enciclopédia de Trabalhos Manuais, Bertha Schwetter, Edição da Livraria do Globo, 1942
Artesania – Ñanduti – Módulo II de Formación Profesional Inicial (FPI-Ñanduti), ARANDU RAPE-Portal Educativo do Paraguay
Ñanduti, Encaje Paraguayo- História de uma Aculturación, Annick Sanjurjo, Fondo Nacional de la Cultura y las Artes, Asunción, 2001
Ñanduti, Gustavo González, Adriana Almada –Oficina de Projectos Editoriales, Asunción, 2008
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10 de mar. de 2010

XI Encontro Nacional de Renda - Úbeda, Jaén, Espanha



No dia 19 de junho estaremos no XI ENCONTRO NACIONAL DE RENDA da cidade de Úbeda, Jaén, que também é conhecido como Encontro de Rendas de Qualidade do Sul de Espanha.
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Iremos com a delegação da Asociación de Encajeras Ibn Al Baytar, de Benalmadema-Costa, Málaga, recebidas pela Presidente Maria e pelo nosso companheiro de WEB, Manolo. Em Úbeda, além de Pilar, Presidente da Associação de Rendeiras de Bilro de Úbeda, pretendemos encontrar as interessadas na Renda Tenerife ou Renda Sol.
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Manolo anunciou ontem nossa ida no blog da Ibn Al Baytar ontem. É verdade. Já começamos a
arrumar as malas!
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Por que voce, que está lendo o blog e tem interesse no assunto, também não começa a arrumar as suas malas e nos encontramos lá no dia 19 de junio?
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XI ENCUENTRO NACIONAL DE ENCAJES


El 19 de junio estaremos en el XI ENCUENTRO NACIONAL DE ENCAJES en la ciudad de Úbeda, Jaén, que es también conocido como Encuentro de Encajes de Calidad del sur de España. Estaremos con la delegación de la Asociación de Encajes "Ibn al Baytar" de Benalmádema - Costa, Málaga, acogidas por la Presidente María y nuestro compañero de WEB, Manolo. En Úbeda, Pilar, Presidente de la Asociación de Encajeras de Bollilos de Ubeda nos recibe y queremos encontrar las compañeras que tienen interés en el Encaje Tenerife o Encaje Sol. Manolo anunció ayer el viaje nel blog de la Ibn Al Baytar. És cierto. Hemos comenzado a empacar. ¿Por qué vosotros que estais leyendo esto blog y estais interesados/interesadas en el tema Renda Tenerife no venid nos encontrar en Úbeda y así nos conocimos allí el 19 de junio?



XI NATIONAL MEETING OF LACE
On June 19th we will be in the XI MEETING OF NATIONAL LACE in city of Úbeda, Jaén, which is also known as Meeting of South of Spain Quality Lace. We will be there with the delegation of the Association of Encajes "Ibn Al Baytar" of Benalmadema - Costa, Malaga, received by President Mary and our WEB fellow Manolo. In Úbeda, we wil meet Pilar, President of the Association of Bobbin Lace of Ubeda and we want to talk with who have interest in Tenerife Lace or Sol Lace. Manolo announced yesterday on the Ibn Al Baytar blog our travel. It is all true. We have already begun to pack up. Why do you who are reading this blog and are interested in Renda Tenerife do not go and meet us there on 19 de junio?






fotos: http://www.ubeda.com

16 de out. de 2009

Finalizando as divagações sobre as duas formas de tecer ...

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Uma pesquisadora espanhola respondeu às minhas inquietações sobre as duas formas de tecer as rendas de agulha chamadas e tidas indiscriminadamente como nhanduti, tenerife, renda sol...
Há já algum tempo,  no site do Museu Arenys del Mar, encontrei uma referência a esta questão citando  um texto sobre as Rosas de Tenerife de Maria Ângeles González Mena. Naquela época o site do museu escolhia uma peça do acervo para ser apresentada ao público com detalhes e eu me deparei com a página cujo "download" fiz  na época como está abaixo, mas que não se consegue mais ser localizada hoje. Também ainda não tive contato com o texto citado de Maria Ângeles. Se alguém  tiver acesso a ele e quiser compartilhá-lo poderíamos fazer esta pesquisa a quatro mãos e duas cabeças ... ou até mais. A interatividade da ferramenta blog nos permite estender as fronteiras respeitando as contribuições individuais.

"Este pañuelo adquirido pelo Museo Marès del Encaje en 1984 es un exemplo del encaje del Tenerife. Maria Ângeles González Mena en el Catalogo de Encajes del Instituto Valencia de Don Juan de Madrid habla de rosas de Tenerife y las diferencia claramente de otras técnicas de estilo similar como los Soles de Salamanca, Puntos de Catalunha y Soles Del Casar. Aunque de características similares en cuanto al estilo, el encaje de Tenerife se diferencia tecnicamente del resto de trabajos. Los soles y el punto de Cataluña se realizan con aguja y sobre tela mientras que en el caso del encaje de Tenerife se utiliza un cojin pequeño que se denomina piqué, en la parte superior se coloca un disco metálico circular con el que se dibujan círculos concêntricos donde se colocarán las agujas. La encajera utiliza una de los círculos como base y a partir de esta se realiza la rosa de forma radial y a continuación realiza la trama con puntos de nudos e guipur.
Se cree que estos puntos empiezan a realizarse en el siglo XVI y el encaje de Tenerife es la única técnica que se ha mantenido. Probablemente de esta técnica deriva el ñanduti que se realiza en Paraguay, que recibe este nombre del hilo utilizado.

Bibliografia consultada:

González Mena Ma Ângela, Catalogo de Encajes, Instituto Valencia de Don Juan, Madrid, 1976
Raventos i Ventura, Antonia i Monserrat, Puntes, Ajuntament de Barcelona, 1967
Sanjurjo, Annick, Ñanduti - encaje paraguayo, Fondec, Asunción, 2001"
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Nhanduti de Atibaia